Extra! Extra! Extra! O Mundo Precisa de um Super-Homem
A necessidade de Salvar o Planeta!
Quando éramos crianças focos catequizados pelas Igrejas e também pelos meios de comunicação sobre a possibilidade de existir um salvador que viria e concertaria as besteiras que a humanidade havia feito. Essa postura sempre serviu para tirar do homem a responsabilidade de corrigir as falhas que cometeu ou então para acuar a humanidade e conduzi-la a perfeição das ações.
Esse mesmo grupo, também, era o mesmo que desenvolveu e acobertou o capitalismo e assim deixou o planeta nas mãos de empresários sem caráter e escrúpulos.
Agora somos obrigados a tomar uma atitude salvadora e corretiva para salvar o planeta e junto com ele toda a raça humana.
Para resolver o problema da Amazônia é fundamental barrar a entrada de qualquer empresa e/ou grupos não indígenas no local. Essa área tem que ser preservada através das forças armadas e a conscientização dos homens de bem para o enfrentamento dos gananciosos de plantão. Além daquelas pessoas que sem perceber levam para o local novas necessidades e dependências, criando no povo indígena a dependência das novas necessidades.
Para atingir esse objetivo é o envio do exercito brasileiro para cuidar das fronteiras amazônicas, mas graças ao tamanho de nosso exercito a ação ficaria inviável, para resolver a questão com uma ação simples, teríamos que enviar de soldados do “tiro de guerra” no período de treinamento e capacitação e assim teriam um salário no período de capacitação.
O mundo não precisa de um super-homem, mas de homens que precisam se mostrar super e assim cuidar do planeta que é mais que super é maravilhoso.
Bibliografia Consultada.
- Felis Concolor. Amazônia? Internacionalização já! In: JB ecológico. Ano 4, n.º 41, jun./2005, p. 14-5 (com adaptações).
- Simão Jatene. Preconceito e pretensão. In: JB ecológico. Ano 4, n.º 42, jul./2005, p. 46-7 (com adaptações).
- Guia de Estudos .Globalização neoliberal e a questão ambiental.
O blog é voltado à reflexão e conscientização dos problemas da sociedade, junto com a direção que acredito ser viável para nossa gente.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A Burocracia do Neoliberalismo
Burocracia no Neoliberalismo.
“Não sei você, mas eu nunca gostei de perder tempo em fila nenhuma.”
Dessa forma um senhor de meia idade puxou conversa comigo em uma fila de um banco público nessa última semana.
Logo depois ele começou a fazer comparações entre o banco público e os bancos privados, começou a falar das vezes que ficou na fila perdendo tempo e da falta de vontade de certos funcionários em atender bem.
Esse senhor falou das vantagens que via na privatização e nas desvantagens do serviço público.
Percebi que não era muito letrado, mas falava como um defensor do conceito de Hayek, falava do neoliberalismo como a solução para o mundo e que não existia burocracia quando as coisas estão fora do estado.
Nesse ponto comecei a contar um pouco da história para ele. Falei de Hayek das idéias da liberdade das forças produtivas, da redução dos gastos sociais, da privatização das atividades do estado, infra-estrutura, energia, teles, educação, saúde, previdência entre tantas outras, falei sobre o combate da inflação e no desenvolvimento tecnológico que o processo produziria e a concentração do dinheiro e acúmulo do capital.
Até aqui ele acreditou que era o melhor para o país e o mundo, mas quando comecei a mostrar o processo de burocracia escondido no neoliberalismo e a capacidade de esconder os problemas e não responder sem as ações na justiça ele começou a mudar de ideia.
Quando lembrei dos atendimentos telefônicos onde você não pode ir ao local e nem ter uma definição, com a fala: “ olha senhor, essa são as normas da empresa eu não posso fazer nada.”, isso depois de uma hora no telefone onde sempre cobram os pulsos; ou então, do planos de assistência médica que só atendem coisas bobas e sem importância e quando existe um problema sério, mostram no contrato que a doença o plano não cobre; ou então, a necessidade de entrar na justiça para resolver uma questão simples, ele começou a coçar a cabeça e perceber que o neoliberalismo esconde a burocracia jogando-a para baixo do tapete e procura nem responder as necessidades da população que não produzam lucro.
Nesse momento comecei a questionar sobre a privatização e o desemprego resultante das fusões das empresas e o enxugamento da máquina produtiva.
Mostrei que o processo tecnológico era bom, mas precisava ter uma atenção especial nas ações do aumento dos ganhos.
Usei o motorista de ônibus que antes tinha um cobrador e hoje graças a tecnologia, ficou sozinho e acumulando a função do cobrado, trabalhando o mesmo tempo que trabalhava antes, mas com um acumulo de funções e com o mesmo salário (e alguns chamam isso de empregabilidade). Na prática isso também faz que o ônibus demore mais em cada ponto e tenho um número maior de pessoas por unidade.
Quando falei de tentar ligar para um disque 0800, ele me interrompeu e disso que isso nunca funcionava e que dentro da cidade as reclamações sempre tem que ser pagas pelo consumidor que além de mal atendido tem que pagar para comunicar que seus direitos estão sendo lesados.
Falei das forças das corporações e da corda sempre estourando na classe média.
Daí eu me surpreendi com o senhor quando ele me disse que o estado deveria controlar tudo isso e não deixar nas mãos das empresas, então questionei da opinião contrária e ele então me disse: “é meu jovem, eu nunca tinha pensado nessas coisas todas dessa forma, esse sistema é muito perigoso para a população e muito bom para quem tem muito dinheiro.”
Nesse momento o senhor foi chamado para ser atendido e eu logo a seguir.
Quando comecei a notar que no sistema neoliberal existe a burocracia e não existe lei que ultrapasse os interesses das empresas, o que vale para cada empresa é a propaganda e que pouco importa se é verdade ou não que está sendo divulgado, percebi também que o grande alvo é esconder o processo de burocracia criando os atendimentos a longa distancia (telefônicos e as ouvidorias), para assim não ter que reunir descontentes em um único lugar e mostrar as falhas da empresa e do sistema.
Depois disso comecei a pensar sobre como resolver essa questão da vida que vivemos.
Precisamos repensar nossa proposta de controle da economia e dos interesses da população, que estão nas mãos de quem tem um alvo o lucrar sempre.
Precisamos rever nossa postura de tecnologia a qualquer preço, pois dessa forma deixaremos as pessoas serem substituídas por máquinas e teremos um grande índice de desemprego e pessoas que ficam a mercê das bolsas misérias dos governantes.
Precisamos rever nossa postura diante da ação do governo nas privatizações “da coisa pública” e por fim temos que partir para um enfrentamento de interesses, afinal quem quer o lucro a qualquer custo nunca vai querer o melhor para o cidadão que exigirá um gasto maior e sem retorno certo.
O grande problema não esta no neoliberalismo ou no keynesianismo, mas no que se encontro escondido por esses sistemas “O CAPITALISMO”.
Bibliografia consultada
Leitura do texto .O contexto do neoliberalismo., páginas 16 a 20, disponível no
Guia de Estudo.
Leitura do texto: .Trecho de Balanço do neoliberalismo. de Perry Anderson
Disponível em: http://www.cefetsp.br/edu/eso/globalizacao/balanconeolib.html
.Sobre a biopolítica: de Foucault ao séc. XXI., disponível em:
http://www.observatoriodeseguranca.org/files/sobre%20a%20biopolitica.pdf
(Acesso em: 03/09/2010)
“Não sei você, mas eu nunca gostei de perder tempo em fila nenhuma.”
Dessa forma um senhor de meia idade puxou conversa comigo em uma fila de um banco público nessa última semana.
Logo depois ele começou a fazer comparações entre o banco público e os bancos privados, começou a falar das vezes que ficou na fila perdendo tempo e da falta de vontade de certos funcionários em atender bem.
Esse senhor falou das vantagens que via na privatização e nas desvantagens do serviço público.
Percebi que não era muito letrado, mas falava como um defensor do conceito de Hayek, falava do neoliberalismo como a solução para o mundo e que não existia burocracia quando as coisas estão fora do estado.
Nesse ponto comecei a contar um pouco da história para ele. Falei de Hayek das idéias da liberdade das forças produtivas, da redução dos gastos sociais, da privatização das atividades do estado, infra-estrutura, energia, teles, educação, saúde, previdência entre tantas outras, falei sobre o combate da inflação e no desenvolvimento tecnológico que o processo produziria e a concentração do dinheiro e acúmulo do capital.
Até aqui ele acreditou que era o melhor para o país e o mundo, mas quando comecei a mostrar o processo de burocracia escondido no neoliberalismo e a capacidade de esconder os problemas e não responder sem as ações na justiça ele começou a mudar de ideia.
Quando lembrei dos atendimentos telefônicos onde você não pode ir ao local e nem ter uma definição, com a fala: “ olha senhor, essa são as normas da empresa eu não posso fazer nada.”, isso depois de uma hora no telefone onde sempre cobram os pulsos; ou então, do planos de assistência médica que só atendem coisas bobas e sem importância e quando existe um problema sério, mostram no contrato que a doença o plano não cobre; ou então, a necessidade de entrar na justiça para resolver uma questão simples, ele começou a coçar a cabeça e perceber que o neoliberalismo esconde a burocracia jogando-a para baixo do tapete e procura nem responder as necessidades da população que não produzam lucro.
Nesse momento comecei a questionar sobre a privatização e o desemprego resultante das fusões das empresas e o enxugamento da máquina produtiva.
Mostrei que o processo tecnológico era bom, mas precisava ter uma atenção especial nas ações do aumento dos ganhos.
Usei o motorista de ônibus que antes tinha um cobrador e hoje graças a tecnologia, ficou sozinho e acumulando a função do cobrado, trabalhando o mesmo tempo que trabalhava antes, mas com um acumulo de funções e com o mesmo salário (e alguns chamam isso de empregabilidade). Na prática isso também faz que o ônibus demore mais em cada ponto e tenho um número maior de pessoas por unidade.
Quando falei de tentar ligar para um disque 0800, ele me interrompeu e disso que isso nunca funcionava e que dentro da cidade as reclamações sempre tem que ser pagas pelo consumidor que além de mal atendido tem que pagar para comunicar que seus direitos estão sendo lesados.
Falei das forças das corporações e da corda sempre estourando na classe média.
Daí eu me surpreendi com o senhor quando ele me disse que o estado deveria controlar tudo isso e não deixar nas mãos das empresas, então questionei da opinião contrária e ele então me disse: “é meu jovem, eu nunca tinha pensado nessas coisas todas dessa forma, esse sistema é muito perigoso para a população e muito bom para quem tem muito dinheiro.”
Nesse momento o senhor foi chamado para ser atendido e eu logo a seguir.
Quando comecei a notar que no sistema neoliberal existe a burocracia e não existe lei que ultrapasse os interesses das empresas, o que vale para cada empresa é a propaganda e que pouco importa se é verdade ou não que está sendo divulgado, percebi também que o grande alvo é esconder o processo de burocracia criando os atendimentos a longa distancia (telefônicos e as ouvidorias), para assim não ter que reunir descontentes em um único lugar e mostrar as falhas da empresa e do sistema.
Depois disso comecei a pensar sobre como resolver essa questão da vida que vivemos.
Precisamos repensar nossa proposta de controle da economia e dos interesses da população, que estão nas mãos de quem tem um alvo o lucrar sempre.
Precisamos rever nossa postura de tecnologia a qualquer preço, pois dessa forma deixaremos as pessoas serem substituídas por máquinas e teremos um grande índice de desemprego e pessoas que ficam a mercê das bolsas misérias dos governantes.
Precisamos rever nossa postura diante da ação do governo nas privatizações “da coisa pública” e por fim temos que partir para um enfrentamento de interesses, afinal quem quer o lucro a qualquer custo nunca vai querer o melhor para o cidadão que exigirá um gasto maior e sem retorno certo.
O grande problema não esta no neoliberalismo ou no keynesianismo, mas no que se encontro escondido por esses sistemas “O CAPITALISMO”.
Bibliografia consultada
Leitura do texto .O contexto do neoliberalismo., páginas 16 a 20, disponível no
Guia de Estudo.
Leitura do texto: .Trecho de Balanço do neoliberalismo. de Perry Anderson
Disponível em: http://www.cefetsp.br/edu/eso/globalizacao/balanconeolib.html
.Sobre a biopolítica: de Foucault ao séc. XXI., disponível em:
http://www.observatoriodeseguranca.org/files/sobre%20a%20biopolitica.pdf
(Acesso em: 03/09/2010)
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