Muito se fala do final da escravidão, mas isso não é verdade.
Antes os homens se dividiam em duas categorias (livre e escravos), mas atualmente essa realidade mudou.
TODOS SOMOS ESCRAVOS!
Os tipos de escravidão têm aumentado quantitativamente de forma assustadora e cada manhã surge um novo tipo de aprisionamento.
Antes era possível com clareza estabelecer no que éramos dependentes.
ERAM BONS TEMPOS.
OS VÍCIOS ERAM RECONHECIDOS COM FACILIDADE e assim a busca da libertação é direcionada.
Hoje, contudo não são assim as dependências, novos vícios, novas prisões, novos castigos, porém sempre velhos problemas da dependência.
PRATO CHEIO PARA OS PSICÓLOGOS que mais e mais tem clientes.
Somos escravos hoje dos celulares (não conseguimos viver sem ele), da televisão, do computador, da internet, dos vídeos games, do telefone, dos relacionamentos digitais, da busca por amigos do passado no facebook, da academia de musculação, da necessidade de relacionamento afetivo, da cantina onde encontramos os conhecidos, dos cartões de crédito, do dinheiro, da bolsa de valores, do trabalho, das igrejas que se transformaram em clube e dos clubes que se transformaram em religião.
Cada final de campeonato fica um vazio na população e com isso percebemos a dependência que isso produz.
Antes o objeto escravizador era definido e se sabia com certeza quem era e o que fazia.
Hoje são tantas as novas opções que perdemos as contas.
As velhas formas de escravidão ainda existem sobre o homem: sexo, dinheiro, comida, inveja, ganância e outras que sempre vêm à mente de cada indivíduo de forma diferente.
Precisamos entender esse processo para iniciar nossa libertação real da maior quantidade possível de itens escravizantes que sofremos, para assim poder nos escravizar com as novidades que sempre aparecerão e assim continuaremos a viver nessa rotina, mas sabendo bem o que nos escraviza e com a nossa permissão do fato.
O blog é voltado à reflexão e conscientização dos problemas da sociedade, junto com a direção que acredito ser viável para nossa gente.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
ninguém é uma ilha... ...uma vida que vale a pena.

Fazer a vida valer à pena é buscar viver as coisas simples que a vida nos dá,
aproveitando cada momento vivido.
Montar uma árvore de natal com um filho pequeno, rir com um amigo de uma história antiga, jogar bola com uma criança, brincar no chão, sei lá o que te faz feliz de verdade, pois as coisas simples da vida são assim.
Num desses dias vi várias borboletas em um galho de árvore, isso me alegrou muito.
Difícil mesmo é ver a simplicidade da vida com o olhar certo para isso.
Corremos tanto, nos preocupamos tanto, brigamos tanto, pensamos tanto nos outros que esquecemos de ser feliz, nos preocupando com os outros.
Corremos atrás do que dizem que é importante, é a regra do nosso tempo,
carro novo, roupa de marca, coisas modernas, casa maior ou menor, futuro melhor, assistência médica, poupança, ou outra dessas coisas.
Tudo que o capitalismo quer que busquemos ter para conseguir seus lucros (vis).
Precisamos reaprender no mundo moderno a unir os conceitos da simplicidade do passado com a modernidade do mundo atual.
Difícil mesmo é ser tão simples (como bem diz uma canção do teatro mágico.)
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
no Brasil amanhã se comemora o dia da consciência negra...

...essa data me deixa muito chateado, pois quando um povo precisa estabelecer uma data para reflexão é sinal que de fato o problema ainda existe.
Nossa nação durante toda sua existência tem deixado pessoas em segundo plano, vivemos aqui um racismo educacional.
Deixe-me explicar: “ o povo brasileiro tem preconceito contra pessoas de baixa condição intelectual.”
Fazemos uma grande distinção (diferença) em nossas falas(ações) sobre pessoas que tem uma formação superiora e as pessoas que não tem.
Um analfabeto é tratado aqui como um infeliz, enquanto o que tem formação superiora é vista como superior.
Ficamos presos a crença que o estudo cria pessoas melhorares, com isso deixamos de valorizar o indivíduo como ser.
O dia da consciência negra a meu ver não é para ser pensado sobre a cor da pele da pessoa, mas sobre a obrigação de todos os brasileiros de dar condições de estudo a todos os indivíduos, sejam negros, amarelos, brancos ou mestiços.
Quando alguém perguntou para Paulo Freire qual era sua raça ele com sua simplicidade sábia respondeu:
“raça? Pertenço à raça humana!”
Encerrando por hoje, precisamos ajudar nossas crianças a buscar entender o valor do ensino e o respeito que ele produz para todos os humanos.
Quando isso ocorrer deixaremos de ouvir/fazer o seguinte comentário:
“Ta vendo o fulano? Ele conseguiu fazer faculdade e hoje tem formação superior, agora vai ser alguém na vida!”
Abraços
pois de fato, como na imagem, todos somos maças.
domingo, 13 de novembro de 2011
As Lutas do Capitalismo.

Para manter o mundo no padrão capitalista é preciso com o tempo fazer ajustes, que criam uma necessidade de reformulação constante, essas mudanças na história sempre criaram "o culpado" que em primeiro momento foi o liberalismo depois passou para o keynezianismo e agora o neoliberalismo.
Precisando sempre arrumar desculpas o capitalismo tenta se manter, mostrando que o problema está no sistema empregado e com isso vai prorrogando a verificação que a falha é o sistema e não na forma de empregá-lo.
O primeiro enfrentamento do capitalismo e a luta por reformas do estado e de suas políticas públicas, de crise em crise, vão vendo o mundo sofrer suas mazelas.
Como segundo enfrentamento do capitalismo a busca é o afrouxamento das rédeas do controle, deixando nas mãos do mercado essa ação demarcatória de limites de ação.
Quando olhamos para o terceiro enfrentamento vemos um interesse pessoal do banco mundial no fim da seguridade social como é implantado pelos governos, afinal querem que o investimento nesse setor seja mais qualitativo que quantitativos beneficiando mais as populações carentes.
Como quarto problema que enfrentam na atualidade é fazer vários governantes acreditarem que esse sistema (neoliberalismo) funciona de fato, pois durante décadas foram bombardeados com a importância do padrão de governo “keyneziano” (o mercado precisa ser controlado), agora tem que voltar atrás e mostrar que o sistema estava errado e a organização global fica melhor nas mãos do mercado que do governo paternalista.
Para encerrar nossa argumentação podemos ver o último grande enfrentamento do mercado, que é conseguir deixar nas mãos do governo só os casos que produzem prejuízo para as empresas e sendo assim tendo o estado que arcar com os grandes custos.
Vejamos o melhor exemplo desse processo: a saúde, hoje os planos de saúde só querem os clientes que estão saudáveis e com isso tem taxas em valores baixos, mas quando esse indivíduo começa a utilizar mais o planos, eles já desenvolvem maiores taxas e com isso lançando o cliente para a rede pública.
Vemos isso nas imposições de preços reverente a idade do assegurado, quanto maior a idade, maior o valor, podendo ampliar em até 10 vezes o preço do assegurado.
De fato o que as empresas querem é só o lucro enquanto o governo assumiria só as despesas do enfermo.
Pois bem, para encerrar esse artigo podemos afirmar que, o grande alvo do capitalismo é mudar o foco dos fatos, sabendo que se a população verificar que todas as crises se dão pelo sistema e não pela forma de aplicação do sistema, passarão a questionar a necessidade do capitalismo e se existe outra forma melhor e mais justa de administrar a vida em sociedade.
Bibliografia consultada.
Ivete Simionato “Reforma do Estado e Políticas Públicas: Implicações para a Sociedade Civil e para a Profissão” disponível em: http://www.portalsocial.ufsc.br/crise_estado.pdf (acesso em 20/10/2011).
domingo, 6 de novembro de 2011
ONG’s – onde isso vai parar?

Durante os últimos 40 anos as ONG’s estiveram na vida da população de uma forma muito visível através de suas ações sociais, em um primeiro momento pela ação das Igrejas, buscando ampliar seus raios de ação evangelizadora e também no processo de conscientização de seus interesses sociais.
Com o passar do tempo grupos não religiosos entraram no comando das ONG’s e começaram a perceber que era preciso uma nova ação, para atingir seus objetivos, apoios foram forjados e o princípio de parceria capital/força de ação foi estabelecido.
Governos, grandes grupos empresariais, instituições de grande porte, começam a fazer parte das ONG’s com o objetivo de propaganda e com isso a filantropia empresarial ou governamental começa a servir de marketing para os governantes, nessa postura a ação social em prol da melhoria da população carente começa a dar lugar a contas bancarias recheadas e a investimentos cada vez maiores, desde que se siga as normas das instituições contratantes.
Esse conceito de contratar grupos prontos para realizar funções sociais as empresas e governos já utilizam a muito tempo, vendendo sua crença as ONG’s começam então a perder suas referencias de trabalho e ação.
Essa ação global de propaganda através da ONG, só serve para mostrar o interesse em usar boas ideias para gerar o conceito do neoliberalismo, “não precisamos do governo”.
Essa ação contudo tem servido para os interesses de grupos que mantém o controle no terceiro setor, essas ações tem beneficiado grupos da classe média que usam o trabalho dos menos afortunados para que consigam manter seus objetivos com base no capital e isso tudo sem um acompanhamento do governo que ainda auxilia monetariamente, porém, não fiscaliza. Criando uma farra dos desvios e interesses políticos partidários e pessoais.
Bibliografia
Com base no artigo: “Fundamentos de Política Social” de Elaine Rossetti Behring,
disponível em: http://www.fnepas.org.br/pdf/servico_social_saude/texto1-1.pdf
(acesso em 30/10/11).
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
M O T O Q U E I R O S . . .

Num dia desses, estava eu dirigindo pela Avenida dos Estados (Santo André), quando do nada apareceram dois motoqueiros, um pela direita e outro pela esquerda.
Para facilitar a passagem do motoqueiro da direita, abri para a esquerda e foi quando ouvi a buzina do outro motoqueiro.
Fez gestos, reclamou e por fim foi embora.
Depois daquilo comecei a pensar nessa profissão e percebi que eu me esqueci de ver que embaixo de cada capacete existe um ser humano.
Foi quando pensei em uma campanha de humanização do motoqueiro.
Notei com isso que graças as roupas típicas que usam e o capacete, nós esquecemos de vê-los como pessoas e esquecemos que eles tem família, sonhos, desejos de uma vida e a moto é a forma que usam para andar por esse caminho de buscar seus sonhos, ganhar dinheiro e conseguir dar um futuro melhor para os filhos e a esposa(se forem casados).
Comecei a pesquisar e percebi que eles têm jornadas de trabalho que ultrapassam 14 horas dia: manhã, tarde e noite “em pizzaria”.
Stress, cansaço, insatisfação no final do mês quando recebem os salários e descobrem que depois de trabalhar tanto ainda o dinheiro é curto.
Chegam a rodar por dia em São Paulo 300 Km!
Ficam extremamente felizes em receber caixinhas, depois das entregas das pizzas, e em alguns caos é com elas que conseguem abastecer suas motos.
Só conseguimos ver sua humanidade quando foram atropelados ou estão, caíram de moto e com isso ficam estendidos no chão sem capacete.
Precisamos ver essas pessoas debaixo do capacete e melhorar a relação que existe atualmente entre motorista e motoqueiros, afinal, em baixo de cada capacete existe um ser humano.
sábado, 22 de outubro de 2011
As mulheres, as Leis Impostas e a Justiça.

Ser mulher na atualidade não é nada fácil. Sempre que deseja alguma coisa é vista como alguém que quer mandar em sua volta.
Pense bem quantas vezes não entramos nessa crença social?
O que você diria se vise uma mulher bebendo em um bar?
Qual seria sua postura em ver uma mulher indo sozinha a um campo de futebol para ver um jogo?
Qual seria seu pensar em perceber uma mulher enfrentando um homem?
O que pensamos de uma mulher lutando sozinha por seus direitos?
Como avaliamos uma mulher que resolve ter um filho sem ter um marido, namorado, noivo por perto?
Como encaramos uma mulher que enfrenta uma religião mostrando que lá os homens são machistas, egocêntricos e que procuram escravizar as mulheres?
Afinal, criamos leis que sem estar impressas em papel servem para limitar o pensar e agir do outro de acordo com o que achamos ser certo.
Hoje moças e mulheres saem para baladas ou festas diversas e são catalogadas como sem juízo e responsabilidade que estão a caça de homens e dispostas a fazer tudo para isso.
Mulheres resolvem não casar, mas viver com liberdade e são vistas como vadias por grupos que determinaram o que é certo e o que não é correto.
Outras resolvem que devem receber alguém para morar com elas (vejam que a fala social é: “resolveram morar com alguém” – isso já é inferiorização do ser feminino) e são vistas como bobas que estão sendo usadas.
Tendo desejos sexuais, são vadias não tendo são frigidas, falando o que sentem são frágeis e inseguras ou pior são controladoras e dominadoras, ficando em silêncio não passam de covardes que tem medo da verdade.
Quando vão atrás de um homem são vulgares e se não vão são inseguras quanto aos sentimentos.
Agora pense um pouco o que é justiça para a mulher? Onde está sua liberdade?
É preciso para a mulher moderna se impor diante dos mitos, seus sentimentos e desejos, se impor como dona de suas opiniões e mostrar que é fundamental essa ação renovadora do ser.
Essas conquistas do território da liberdade social, do respeito e da vida em sociedade e em toda sua totalidade são fundamentais para que consigam viver em paz, felizes que elas próprias e buscando uma liberdade que ainda hoje nunca conseguiram adquirir.
MULHERES ESSE É O MOMENTO DE SUA LIBERDADE SOCIAL E PARA ISSO, VOCÊS TÊM QUE LUTAR MUITO PARA CONSEGUIR.
Pelo fim da escravatura feminina.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
OS BANCOS, OS GRANDES LUCROS E A QUEBRADEIRA GLOBAL.
Os bancos em qualquer parte do mundo são as instituições que mais lucram.
Sendo assim esse conceito de banco e grandes lucros são sempre sinonimos.
É muito estranho pensar que quando acontece uma crise o primeiro nome que aparece como base seja o da instituição bancária que faliu.
Para onde vão os lucros astronomicos que os bancos tem?
Onde eles enfiam o dinheiro das grandes taxas cobradas em cada autenticação que fazem?
Como é que ninguém sabe onde o dinheiro vai parar?
Como pode os donos dos bancos afirmar que não tem como arcar com os prejuízos e exigir dos governos o socorro e amparo?
Existe um fato simples aí, o envio de dinheiro para contas em paraísos fiscais, as compras de pedras preciosas e a distribuição dos produtos (pedras e ouro) em outros bancos para assim lavar os lucros e poder caso ocorra alguma quebra se manter bilhardários como todos são.
O governo global representado pela ONU precisa com urgência estabelecer um controle aos donos de banco com fiscalização mensal de seus lucros e da origem do dinheiro que utilizam e o fim desse mesmo dinheiro que é desviado.
É fundamental abrir as informações as nações unidas do destinos das contas nos paraísos fiscais e com isso exercer um controle sobre as fortunas que fazem questão de se esconder.
Aqui vale a regra de "quem não deve não teme".
na prática quem tem conta em paraíso fiscal deve e muito para os fiscos, as nações e a opinião pública, que é de onde o dinheiro sai.
vale pensar a respeito.
SERÁ QUE É MELHOR MESMO MANTER O DINHEIRO EM UM BANCO?
Sendo assim esse conceito de banco e grandes lucros são sempre sinonimos.
É muito estranho pensar que quando acontece uma crise o primeiro nome que aparece como base seja o da instituição bancária que faliu.
Para onde vão os lucros astronomicos que os bancos tem?
Onde eles enfiam o dinheiro das grandes taxas cobradas em cada autenticação que fazem?
Como é que ninguém sabe onde o dinheiro vai parar?
Como pode os donos dos bancos afirmar que não tem como arcar com os prejuízos e exigir dos governos o socorro e amparo?
Existe um fato simples aí, o envio de dinheiro para contas em paraísos fiscais, as compras de pedras preciosas e a distribuição dos produtos (pedras e ouro) em outros bancos para assim lavar os lucros e poder caso ocorra alguma quebra se manter bilhardários como todos são.
O governo global representado pela ONU precisa com urgência estabelecer um controle aos donos de banco com fiscalização mensal de seus lucros e da origem do dinheiro que utilizam e o fim desse mesmo dinheiro que é desviado.
É fundamental abrir as informações as nações unidas do destinos das contas nos paraísos fiscais e com isso exercer um controle sobre as fortunas que fazem questão de se esconder.
Aqui vale a regra de "quem não deve não teme".
na prática quem tem conta em paraíso fiscal deve e muito para os fiscos, as nações e a opinião pública, que é de onde o dinheiro sai.
vale pensar a respeito.
SERÁ QUE É MELHOR MESMO MANTER O DINHEIRO EM UM BANCO?
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
EXISTEM PESSOAS ESPECIAIS, MESMO QUE NÃO APARENTEM.
Durante minha vida tenho aprendido a conviver com o gênero humano, admito isso não é nada fácil, porém existe nesse processo, pessoas especiais que deixaram marcas por ser o que são; elas passam em nossas vidas algumas vezes como meteoro e deixam seu brilho e luminosidade e uma admiração por sua capacidade e vivência.
Hoje estou encerrando meu ciclo em três instituições de ensino.
- FEFISA - grupo da terceira idade.
- E. E. Dr. Carlos de Campo.
- E. E. Professor José Carlos Antunes.
Conheci pessoas incríveis, alunos dedicados, profissionais esforçados e forjei alguns relacionamentos com pessoas que realmente considero amigos.
Vi alguns gênios que pela mesmice do saber convencional e as comparações com as informações rápidas da internet, resolvem deixar para lá e com isso se passam por alunos medíocres, conheci outros com a cabeça nas nuvens não conseguem entender a importância de desenvolver o conhecimento.
Quero, contudo, agradecer o período de tempo que desfrutei da possibilidade do compartilhar humano, essa troca de conhecimentos e vivências!
Agradecer as brincadeiras, risos, histórias e estória, contadas nas aulas e intervalos.
Os risos nas aulas vagas (janelas) e discussões filosóficas sobre as existências e ausências.
Agradecer o respeito que recebi e as vivências que pude desenvolver com cada um de vocês.
O melhor de tudo é que o mundo é muito pequeno e com isso sempre nos encontraremos por aí.
FELICIDADE, SUCESSOS E SAÚDE A TODOS.
Valeu!
Hoje estou encerrando meu ciclo em três instituições de ensino.
- FEFISA - grupo da terceira idade.
- E. E. Dr. Carlos de Campo.
- E. E. Professor José Carlos Antunes.
Conheci pessoas incríveis, alunos dedicados, profissionais esforçados e forjei alguns relacionamentos com pessoas que realmente considero amigos.
Vi alguns gênios que pela mesmice do saber convencional e as comparações com as informações rápidas da internet, resolvem deixar para lá e com isso se passam por alunos medíocres, conheci outros com a cabeça nas nuvens não conseguem entender a importância de desenvolver o conhecimento.
Quero, contudo, agradecer o período de tempo que desfrutei da possibilidade do compartilhar humano, essa troca de conhecimentos e vivências!
Agradecer as brincadeiras, risos, histórias e estória, contadas nas aulas e intervalos.
Os risos nas aulas vagas (janelas) e discussões filosóficas sobre as existências e ausências.
Agradecer o respeito que recebi e as vivências que pude desenvolver com cada um de vocês.
O melhor de tudo é que o mundo é muito pequeno e com isso sempre nos encontraremos por aí.
FELICIDADE, SUCESSOS E SAÚDE A TODOS.
Valeu!
domingo, 2 de outubro de 2011
S O L U Ç Ã O - Para o Imposto da Saúde.
Muito tem se falado na implantação de um novo imposto para a saúde, CPMF, taxar os mais ricos, taxar os mais pobres, imposto sobre cigarro, imposto sobre as bebidas alcoólicas.
SOU CONTRA TAXAR A POPULAÇÃO COM ESSE NOVO IMPOSTO.
Empresas pagam impostos - os donos delas também.
Empregados pagam impostos - mesmo quando seus patrões e empresas já pagaram
Tenho uma proposta para resolver essa questão:
Minha proposta é criar um novo imposto sim, mas dessa vez sobre quem nunca foi taxado por governo nenhum (as Igrejas).
Minha proposta é desenvolver um imposto sobre as arrecadações das Igrejas, todas as igrejas contribuiriam para a saúde em (5%) cinco por cento, das movimentações bancárias mensais.
Pense um pouco
As igrejas só têm seus caixas voltados para os eventos internos das congregações, mas utilizam-se de todas as vias, órgãos e princípios legais que o estado tem, sem nunca contribuir com nada para isso.
Como as ações das igrejas são pautadas em propaganda de ajudar as pessoas necessitadas, eles podem ajudar muito bem com esse imposto sobre arrecadação mensal.
Imagem o bem que isso faria a toda a população carente?
Imagine como esses líderes religiosos teriam suas arrecadações determinadas pela contribuição?
Imagine como o desvio de dinheiro (religioso) ficaria mais difícil?
ESSA É A SOLUÇÃO PARA RESOLVER O PROBLEMA DO DINHEIRO DA SAÚDE QUE É FUNDAMENTAL E TAMBÉM DO CAIXA 2 DAS IGREJAS CORRUPTAS.
(O lider religioso que for contra tenha certeza que desvia dinheiro da Igreja)
Como base da aplicação do imposto, podemos muito bem usar os livros sagrados que dizem:
da Importância de Ajudar Pessoas Necessitadas.
TODOS OS LIVROS SAGRADOS PREGAM ISSO E TEM UMA PASSAGEM SOBRE ESSE ASSUNTO.
Agora é só por em prática.
ajudando com isso a todos.
abraços
SOU CONTRA TAXAR A POPULAÇÃO COM ESSE NOVO IMPOSTO.
Empresas pagam impostos - os donos delas também.
Empregados pagam impostos - mesmo quando seus patrões e empresas já pagaram
Tenho uma proposta para resolver essa questão:
Minha proposta é criar um novo imposto sim, mas dessa vez sobre quem nunca foi taxado por governo nenhum (as Igrejas).
Minha proposta é desenvolver um imposto sobre as arrecadações das Igrejas, todas as igrejas contribuiriam para a saúde em (5%) cinco por cento, das movimentações bancárias mensais.
Pense um pouco
As igrejas só têm seus caixas voltados para os eventos internos das congregações, mas utilizam-se de todas as vias, órgãos e princípios legais que o estado tem, sem nunca contribuir com nada para isso.
Como as ações das igrejas são pautadas em propaganda de ajudar as pessoas necessitadas, eles podem ajudar muito bem com esse imposto sobre arrecadação mensal.
Imagem o bem que isso faria a toda a população carente?
Imagine como esses líderes religiosos teriam suas arrecadações determinadas pela contribuição?
Imagine como o desvio de dinheiro (religioso) ficaria mais difícil?
ESSA É A SOLUÇÃO PARA RESOLVER O PROBLEMA DO DINHEIRO DA SAÚDE QUE É FUNDAMENTAL E TAMBÉM DO CAIXA 2 DAS IGREJAS CORRUPTAS.
(O lider religioso que for contra tenha certeza que desvia dinheiro da Igreja)
Como base da aplicação do imposto, podemos muito bem usar os livros sagrados que dizem:
da Importância de Ajudar Pessoas Necessitadas.
TODOS OS LIVROS SAGRADOS PREGAM ISSO E TEM UMA PASSAGEM SOBRE ESSE ASSUNTO.
Agora é só por em prática.
ajudando com isso a todos.
abraços
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
NOSSA VIDA É FEITA DE CRENÇAS, ESCOLHAS E AÇÕES.

Num dia desses estava eu em uma conversa muito interessante com um espelho quando do nada ele me disse:
- Qual é o seu objetivo de vida?
Em minha resposta fui passeando pelos meus sonhos, desejos e vontades que todos nós seres humanos temos.
- Foi quando o homem do espelho me interrompeu e perguntou:
Mas, e aí, o que você tem feito para alcançá-los?
Nesse momento percebi que muitas vezes corria em prol dos sonhos dos outros e tinha meus objetivos deixados de lado, porém precisava de minha ação em prol específico dos meus sonhos para realizá-los.
Depois disso estou seguindo os conselhos do homem do espelho e priorizando as ações que realizam os meus sonhos.
Daquela conversa naquela noite fria percebi que é fundamental na vida passar por momentos de puro egoísmo e não deixar para depois os objetivos que tratamos para nós mesmos e só depois poder pensar nos sonhos dos outros e ajudá-los.
Depois daquela fala do homem do espelho, o que me sobrou foi apagar a luz, fechar a porta do banheiro e ir deitar e pensar como seria meu novo dia com minhas novas definições.
“Qual o seu objetivo de vida e o que você de fato
está fazendo para alcançá-lo?”
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Uma “fé de” verdade.
Um texto em forma de poesia...
...Minha fé que fazia a crença de muitos
ficou presa em mim, por descobri dúvidas onde tinha certezas,
até se afogar nas verdades das mentiras que muito ouvi
que muitos contavam e tantos repetiam sem pensar.
Agora como fico eu?
sem fé, sem crença, sem pressa de achar um caminho
para as mentiras que todos querem te obrigar a crer.
Sem ver a verdade das mentiras que contam e
Nem as mentiras das verdades que dizem ser fato.
Dos fetos perdidos atrás do pudor da igreja,
Das virgens que se perderam na obsessão da crença clerical.
Uma mentira presa no peito se fez desfeita,
E assim, Desfeita a crença só sobrou à verdade,
Não a da crença do outro, mas as minhas e
do que escolhi ver de verdade.
Hoje guardo minha fé em mim e
Em tudo que acredito se fato, sabendo que
Não serão eternas, mas só
Enquanto durar minhas lembranças.
A solidão da crença tem mais reflexão
Que o ajuntamento delas,
a solidão da crença tem mais verdade
que a mentira que todos contam, e cantam, e encantam,
e descansam, e desmentem, que rezam de contentes.
Que impõem para o próximo que devem crer,
Pelo que devem viver,
Em nome de quem devem matar, ou até morrer,
Mesmo que essa crença esteja firmada
Nas mentiras que todos querem crer.
...Minha fé que fazia a crença de muitos
ficou presa em mim, por descobri dúvidas onde tinha certezas,
até se afogar nas verdades das mentiras que muito ouvi
que muitos contavam e tantos repetiam sem pensar.
Agora como fico eu?
sem fé, sem crença, sem pressa de achar um caminho
para as mentiras que todos querem te obrigar a crer.
Sem ver a verdade das mentiras que contam e
Nem as mentiras das verdades que dizem ser fato.
Dos fetos perdidos atrás do pudor da igreja,
Das virgens que se perderam na obsessão da crença clerical.
Uma mentira presa no peito se fez desfeita,
E assim, Desfeita a crença só sobrou à verdade,
Não a da crença do outro, mas as minhas e
do que escolhi ver de verdade.
Hoje guardo minha fé em mim e
Em tudo que acredito se fato, sabendo que
Não serão eternas, mas só
Enquanto durar minhas lembranças.
A solidão da crença tem mais reflexão
Que o ajuntamento delas,
a solidão da crença tem mais verdade
que a mentira que todos contam, e cantam, e encantam,
e descansam, e desmentem, que rezam de contentes.
Que impõem para o próximo que devem crer,
Pelo que devem viver,
Em nome de quem devem matar, ou até morrer,
Mesmo que essa crença esteja firmada
Nas mentiras que todos querem crer.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
QUANTO TEM VALIDO NOSSAS ESCOLHAS ???
Nossa nação está passando por um momento muito interessante,
por um lado temos um povo se desenvolvendo, mas por outro lado, estamos entrando em uma crise financeira causada pela falta de noção dos bancos que exploram os cidadãos menos avisados.
Os bancos estão quase que obrigando os clientes a ter cheque especial, fazem propostas de créditos dão cartões de crédito e também, aumento de forma inesperada o limite dos seus clientes no cheque especial.
Por outro lado os bancos das financeiras estão a qualquer custo, dando condições para as pessoas que não tem como pagar, comprar bens de consumo.
Isso já tem começado a desenvolver um aumento na taxa de inadimplência.
Essa Taxa hoje está quase em 29%, isso é uma temeridade!
Os bancos não estão se importando com isso graças aos lucros que chegam na maioria dos casos a 160%, que paga com tranquilidade os maus pagadores de outros emprestimos, deixando o povo com a falsa sensação de aquisição e desenvolvimento.
EU TENHO UMA DÚVIDA?
Onde estão os economistas desse país que não estão falando nada sobre isso?
Onde estão os políticos eleitos que não acabam com essa farra, que está destruindo nossa nação com uma agiotagem legalizada, mas criminosa?
Por estarmos sós nesse momento temos que perceber que só depende de nós acabar com isso, temos que fazer valer nossas escolhas e negociar melhores taxas, ou então não pegar o dinheiro emprestado, no cheque especial, no cartão de crédito, com o gerente do banco, ou seja lá de onde for o empréstimo a juros abusivos.
Temos que fazer valer nossas escolhas, para deixar de sermos assaltados por bancos e financiadoras que estão roubando esse país.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Uma semana para nunca esquecer...
Todas as nações do mundo estarão falando nessa semana do atentado ocorrido em 2001.
Onde uma liderança religiosa/política convenceu pessoas sem condições financeiras para em nome de uma vida melhor no céu, com deus, estivessem tomando aviões e lançando sobre as torres gêmeas e as bases de controle americanas.
Essa mesma atitude fizeram suicida, também os europeus no passado que pagavam pessoas sem condições financeira e prometiam uma grande recompensa no céu para quem invadissem a palestina e assim destruíssem tudo que não era cristão.
Essa guerra na “terra santa” (não sei onde é santa essa terra) só serviu para o saque de grandes lideres europeu a nações despreparadas para o enfrentamento e assim o enriquecimento de nações como: Inglaterra, França, Espanha, Portugal, Itália entre outras, através dos soldos da guerra.
Pergunto-te:
Será que essa ação atual (2001) não são iguais as dos séculos XI ao XIII, quando as cruzadas destruíam todas as torres e cidades da palestina e região para o roubo do espólio da guerra?
Agora não podemos esquecer que as maiores idiotices da história, sempre se fizeram em nome de um deus que iria retribuir com um futuro melhor e mais feliz para todos que destruíssem os inimigos da igreja e da fé.
Para isso nunca podemos esquecer,
nem uma semana sequer que em nome de uma fé burro:
- Pessoas morrem sem uma razão verdadeira.
- Cidades são destruídas.
- Povos se tornam inimigos.
- Gente que não tem nada a ver com isso,
também entra na guerra por outro motivo “a vingança” destruição dos inimigos.
Onde uma liderança religiosa/política convenceu pessoas sem condições financeiras para em nome de uma vida melhor no céu, com deus, estivessem tomando aviões e lançando sobre as torres gêmeas e as bases de controle americanas.
Essa mesma atitude fizeram suicida, também os europeus no passado que pagavam pessoas sem condições financeira e prometiam uma grande recompensa no céu para quem invadissem a palestina e assim destruíssem tudo que não era cristão.
Essa guerra na “terra santa” (não sei onde é santa essa terra) só serviu para o saque de grandes lideres europeu a nações despreparadas para o enfrentamento e assim o enriquecimento de nações como: Inglaterra, França, Espanha, Portugal, Itália entre outras, através dos soldos da guerra.
Pergunto-te:
Será que essa ação atual (2001) não são iguais as dos séculos XI ao XIII, quando as cruzadas destruíam todas as torres e cidades da palestina e região para o roubo do espólio da guerra?
Agora não podemos esquecer que as maiores idiotices da história, sempre se fizeram em nome de um deus que iria retribuir com um futuro melhor e mais feliz para todos que destruíssem os inimigos da igreja e da fé.
Para isso nunca podemos esquecer,
nem uma semana sequer que em nome de uma fé burro:
- Pessoas morrem sem uma razão verdadeira.
- Cidades são destruídas.
- Povos se tornam inimigos.
- Gente que não tem nada a ver com isso,
também entra na guerra por outro motivo “a vingança” destruição dos inimigos.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
CONSELHO TUTELAR, CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS DIANTE DA VIDA EM SOCIEDADE.
Pensar no conselho tutelar é pensar na ação dos governantes diante da capacidade dos pais em criar seus filhos dentro do princípio de regras da sociedade vigente.
Só existe o conselho tutelar graças a crença do estado em determinar o que é certo e o que é errado entre menores e maiores de idade.
Vendo isso, percebemos que em cada eleição do conselho (isso ocorre a cada 3 anos) estamos escolhendo os guardiões do estado na preservação do que o estado acha certo na educação.
O estatuto da criança e do adolescente serve para essa normatização, porém contem falhas grotescas, pois parte da crença que:
- O menor de 12 anos, não é capaz de se responsabilizar por seus atos.
(com isso gangues se formam afirmando sua menor idade)
- O menor de 12 - 14 anos, é punível por seus erros, mas com limitações.
(quando já informado sabe muito bem o que está fazendo)
- O menor de 14 - 17 anos, já merece a punição sócio-educativa.
(alguns jovens ainda são imaturos mesmo com tanto tamanho e outros por sua vez são líderes que deveriam ser punidos como adultos.)
- O menor próximo de completar 18 anos, ainda é uma criança e por isso não merece ser castigado como adulto por suas falhas sociais.
(é preciso avaliar caso a caso para aplicar a lei que proteja a sociedade e não o infrator)
Estava pensando o que acontece na noite de passagem dos 17 anos 11 meses e 29 dias para a virada da meia noite quando o indivíduo recebe a maioridade.
"A pessoa recebe um choque e a partir daí deixa de ser adolescente passando para a responsabilidade do mundo adulto?"
Claro que não!
A Responsabilidade vem com a conscientização das causas e efeitos de cada ato praticado!
Assim que o indivíduo recebe a informação que cada um de seus atos tem consequência, ele deixa o estado da desinformação (mundo da criança) passando para o estado da responsabilidade de suas ações (mundo do adulto).
Acredito na importância do conselho tutelar, mas acredito que os conselheiros eleitos têm a obrigação de visitar escolas informando os alunos quais ações são crimes contra o direito da criança e os adolescentes, como também quais ações são crimes diante da sociedade, que essas pessoas (crianças ou não) não têm o direito de cometer crimes contra a sociedade, se escondendo atrás do estatuto da criança e do adolescente.
Hoje os conselheiros estão só servindo de ouvidoria para casos de abusos e maus tratos.
Contudo a informação do que pode e não pode fazer um adolescente está escondida dentro do processo de repressão policial e isso não é obrigação do policial.
Com isso a polícia está em uma situação de difícil ação, diante de menores que não respeitam as normas da sociedade, pois desconhecem o E.C.A., os pais estão em uma situação complicada pois são manipulados pelos filhos que afirmam seus direitos, deixando de lado os deveres e os conselheiros tutelares presos ao princípio da lei sendo obrigados a só atender casos absurdos de desrespeito ao cidadão sendo ele menor de 18 anos.
Com isso todos sofrem:
- Os pais por estar de mãos atadas pelo desconhecimento e ignorância das leis,
- Os filhos por não entender seus direitos e deveres,
- Os policiais que cada vez mais tem seu psicológico afetado por ter que trocar tiros com crianças e adolescentes.
- Os conselheiros tutelares, pois só tem atuado como remediadores em uma situação de caos montada.
Precisamos urgentemente mostrar a sociedade o que é certo e o que é errado, já que perdemos isso diante da diversidade de leis que nossa nação tem, mas que não consegue ser praticada pela desinformação coletiva.
Precisamos de palestras onde os princípios de dignidade sejam colocados ao domínio público e os estatutos sejam apresentados como protetores do direito e não como impositores da educação e criação de filhos.
Para concluir, nossa nação tem sofrido tanto, não por não ter leis mas, por não conhecer o que cada lei quer ajustar como padrão de qualidade de vida social.
sábado, 27 de agosto de 2011
Um Mundo Diferente do Inventado pelo Capitalismo.
Durante muitos anos o mundo foi desenvolvido por dois grupos que se confrontavam ideologicamente, graças a essas ações de controle houveram guerras e confrontos constantes, treinamento de formas menores para servir de adversários ou para simplesmente preocupar a força concorrente.
Essas guerras da forma de desenvolvimento político/religioso transformaram os conflitos em questões regionais e criavam todas as divergências globais do período, sendo assim questões menores como os princípios de fé estavam estabelecidos em um patamar inferior nas guerras e no desenvolvimento global que estavam em batalha entre o capitalismo e o socialismo.
O que importava era quem venceria entre o capitalismo e o sistema socialista. Diante disso as questões de fé estavam inferiorizadas diante do mal maior para o capitalismo que era a possibilidade socialista da tomada do poder.
As ações do mundo capitalista em tentar destruir o socialismo, foi estabelecida em todos os patamares sociais, filmes, livros, comentários jornalísticos, tudo girava em torno do fim do sistema como alvo e das atrocidades impostas pelo sistema socialista, só as meias verdades impostas pelo capital eram apresentadas.
Criaram um monstro chamado socialismo e o venderam em todos os filmes Hollywoodianos, a famosa luta do bem contra o mal.
O mal querendo destruir o mundo, precisando ser parado a qualquer custo pelo grupo que servia o Deus verdadeiro que era contra o mal ateísta.
O mundo inventado pelo capitalismo era um mundo sem crise quando vencesse o poder socialista, mas o que aconteceu foi um novo tipo de crise, que o capitalismo desenvolveu.
A crise político-religiosa onde os princípios de fé ganharam uma dimensão superior a do muro de Berlin e da queda do socialismo na Europa.
Graças a essa ação se desenvolveu um novo princípio de questionamento e de lutas “a luta por uma fé”, após o fim do socialismo os muçulmanos perceberam que agora o novo alvo seria a destruição de suas crenças e culturas, assim como realizadas nas Américas centrais e do sul e então partiram para um ataque ao “sistema/padrão de vida americano”.
A força da crença está em primeiro plano na atualidade bélica americana, escondido atrás de ditaduras que durante décadas foram mantidas e armadas pelo governo americano e suas vertentes.
Das invenções capitalistas esqueceu-se de avaliar a possibilidade de controle sobre a fé islâmica, essa fé radical veio então destruir a estrutura de segurança e conforto americano e europeu, mostrando que a partir daquele momento, estavam prontos para mostrar que não aceitariam a imposição do povo se achava dominador.
Atualmente o mundo está em um estado de reflexão diante das crises do sistema capitalista, das imposições de uma fé cega (dos dois lados) e do principio de domínio pleno de uma moeda. Além da falta de estrutura de nações que antes eram consideradas fortes e dominantes.
Por essa razão o mundo começa a ser repensado e questionado, buscando uma nova alternativa para resolver esse problema do controle das armas, da moeda e das finanças globais.
Agora querendo esse mundo novo a população se encontra dentro de um processo de lutas, contra o que ainda não sabem direito o que é.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
O Desenvolvimento Produzido pelos Clássicos.
Sabendo da importância do conhecimento e a análise dos grandes pensadores
da sociedade contemporânea ou antiga, rever o mundo pela visão de pessoas
que vieram antes de nós, produz um conhecimento das sociedades que vieram
antes de nossas crenças que se estruturaram de acordo com suas crenças e mitos, rever o pensar humana nos dá a certeza que cada sociedade se forma pelo interesse
de cada um de nós e se desenvolve pela crença da vivência da perfeição da sociedade atual e a limitação das sociedades anteriores e a incapacidade das novas gerações
em acompanhar nosso desenvolvimento, ao rever os clássicos percebemos que essa ação é natural no ser humano e assim percebemos nossa ganância e imaturidade
constante e continua.
Além dos clássicos da filosofia e da sociologia como Marx, Weber, Durkhein, Comte, Caio Prado, Bauman, entre tantos outros que marcaram o pensar humano.
Percebemos ainda a interferência dos pensadores com Dante, Maquiavel, Euclides da Cunha, Monteiro Lobato, Platão, Homero, Ovídio, Cervantes, Flaubert, Dostoievski, Tolstoi, Erico Veríssimo, entre todos os outros que marcaram o desenvolvimento da humanidade e de forma pessoal nossa história, através desses pensadores conseguimos perceber que o mundo ia além da realidade que nós cercava e era aparada por nossas crenças e de nossos pais.
Pensando de forma especial em um autor não recente, mas atual a nossa realidade vemos, Nicolo Maquiavel com seu livro “O Príncipe.”, percebemos sua história a importância do presente dado ao príncipe onde direcionava o líder no caminho do poder e a importância de manter o poder usando para isso qualquer meio para
chegar ao fim esperado, onde o temor é superior ao amor ou o ódio.
Para concluir nosso pensar vemos a importância de continuar nossas pesquisas e desenvolvimento através dos olhos de pessoas que tão bem retrataram suas épocas e períodos históricos, atingindo assim o alvo de todo ser humano que é melhorar e se descobrir como ser.
P.S. – Nossa nação sempre foi cristã e a influência da bíblia sempre foi marcante em nossa cultura e na vida do grupo.
agora, quais foram os grandes autores que mudaram sua vida?
você já pensou nisso?
Choques Culturais ou Questões de Fé Cega?
Quando percebemos os conflitos dos povos, notamos que os principais problemas estão voltados as crenças que cada grupo professa e exerce, essas nações estão presos em conceitos religiosos ultraradicais dos séculos I AC com os primeiros princípios do Cristiano em formação, essa ação é dada através de imposições religiosa dos primeiros cristãos, dessa forma a obrigatoriedade do deus único começa a tomara forma e conceito para as religiões modernas, com o surgimento da crença islã no século VII D.C. que produziu essa rusgas religiosas onde os princípios da crença radical tomam forma e controle sobre uma minoria, deixando os moderados em uma situação de desconfiança religiosa por outras partes do mundo.
Quando o autor trata das diferenças das culturas ele vê no processo de controle social a democracia com seus princípios de liberdade de expressão, direitos humanos e o choque das civilizações. Enquanto o povo muçulmano como uma não livre e atrelada as ordens e normas antiquadas dos séculos passados em que se mantém.
Nosso grupo percebeu a ação da crença cega que conduz as pessoas a inferioridade intelectual e a condição de uma ação destruidora em nome de um Deus que obedecem a qualquer custo.
sábado, 20 de agosto de 2011
A Alimentação do Saber Cientifica.
A humanidade sempre se desenvolveu tendo como base a curiosidade, essa ação de “como foi feito” ou “como posso fazer” produziram nos seres humanos o crescimento primário e assim partiram para mudar o mundo a sua volta para “melhorar” sua condição de vida.
Com o passar do tempo foi-se acrescentado ao processo uma nova ação que até nossos dias tem se mantido como principal forma de desenvolvimento científico “a dúvida”.
Essa forma de questionamento primariamente desenvolvida era a de questionar se a informação era verdadeira e depois com o passar do tempo se transformou em uma nova ação questionadora que é a do “como posso melhorar esse processo/conhecimento?”.
Graças a essas novas ações questionadoras sistemas de desenvolvimento e pesquisa começaram a surgir e com eles também, formas de avaliar a sociedade que produziram os sistemas.
Pensadores como Emile Durkheim buscava entender a sociedade através de um conceito comparativo; enquanto Max Weber via a importância de compreender o processo e o que levou a população para aquela ação ou reação criativa; por sua vez Karl Marx buscava em suas pesquisas analisar os pontos por outros ângulos, argumentando, discutindo, filosofando e tudo em busca da verdade por meio da oposição.
Esses princípios de pesquisa mostraram que a pesquisa era fundamental e as metodologias utilizadas para a pesquisa conseguiam estabelecer um padrão para todos os casos utilizados.
Através de um estudo crítico das ciências e teorias já constituídas (epistemologia) começasse o questionamento dos sistemas utilizados e os princípios das análises passam a ser fundamentais. Avaliações das mecânicas utilizadas das teorias e das concepções metodológicas se transformam em quesitos fundamentais para o desenvolvimento da credibilidade dos pontos pesquisados, por essa razão começasse a fazer uma revisita nos pontos já estudados e com um olhar que o alvo primordial, fazer ciência em busca do conhecimento progressivo.
Vários paradigmas científicos começam a ser alterados e formas de pesquisa começam a ganhar força dentro do projeto de pesquisa a ser utilizado.
Uma ação de liberdade cientifica começa a existir e o novo conceito das regras variáveis se torna comum.
Diversas formas de ações servem para o desenvolvimento, estruturalismo, fenomenologia, funcional-estruturalismo, funcionalismo, interacionismo simbólico, teoria crítica e teoria tradicional. Todos começam a não mais competir sobre qual é a melhor, mas servir de amparo para cada fundamentação de pesquisa.
A teoria metodológica do estruturalismo de Ferdinand de Saussure, onde a permanência social e a interrelações e a estrutura social atuam para esclarecer pontos importantes em diversas áreas de pesquisa, antropologia, psicologia sociologia e até o estudo de clássicos.
Por sua vez a fenomenologia com seus princípios de descrever, compreender e analisar os fenômenos sem separar os sujeitos dos objetos, passam também a ser utilizados pelos seguidores de Edmund Husserl.
Para estudos das estruturas sociais Talcott Parsons desenvolve o conceito de importância das forças institucionais e dos padrões culturais que atuam para manter o sistema social vigente e como nome da teoria funcional-estruturalista.
No padrão histórico temos o funcionalismo e suas análises de perspectiva teórico-metodológico onde se vê a sociedade como “um sistema a ser esclarecido”, a ordem e o equilíbrio são um estado normal da sociedade, sendo criado em forma de fusão do senso comum com o consenso moral para assim estabelecê-lo.
Outra forma de buscar entender a sociedade em seus mínimos detalhes é o interacionismo simbólico sua principal ocupação é perceber os símbolos, gestos e a comunicação não verbal onde a linguagem e o significado desses detalhes se procura estabelecer, esse sistema recebe críticas graças a hiper valorização dos detalhes onde se esquece às vezes de perceber o todo das ações humanas (poderes e grandes estruturas).
A escola de Frankfurt com a teoria crítica de Max Horkheimer procurou reunir a teoria e a prática, o método histórico, aceitando as contradições sociais evitando a síntese para fugir do totalitarismo.
Além da teoria tradicional onde o cunho cartesiano se mantém seguindo os padrões de René Descartes.
Cada vez mais em nossa sociedade as pesquisas desenvolvem um conceito de necessidade e urgência, esse princípio de urgência tem feito parte de nossa crença de continuar o desenvolvimento do grupo e partir para os novos conhecimentos e descobrimentos do homem, da humanidade e de nossas ações em sociedade.
Bibliografia consultada.
ARAÚJO, S. (et al). Sociologia Um Olhar Crítico. - “Pensar o Social Hoje”, páginas: 13 a 44. (acesso em 15/08/2011.)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Saber viver
viver a vida é mais importante que
assistir outras pessoas vivendo,
buscar o proprio caminho, é a ação que a liberdade pessoal
espera que tenhamos.
assistir outras pessoas vivendo,
buscar o proprio caminho, é a ação que a liberdade pessoal
espera que tenhamos.
terça-feira, 26 de julho de 2011
A diferença entre homens e mulheres... ...além da óbvia é claro!
A diferença entre homens e mulheres é a forma de criação que cada um recebe.
Os homens quando nascem recebem a informação que mandam:
Na casa, (por isso que não aceitam ser contrariados)
Nas mulheres, (por isso que acham que as mulheres são objetos)
Na religião, (por isso que não aceitam a ordenação feminina)
Na família, (por isso que querem o controle remoto da tv e dirigir)
No dinheiro, (por isso que acreditam que não devem prestar contas)
Na sociedade onde vivem (por isso a maioria dos políticos são homens)
As mulheres logo quando nascem já começam a ser bombardeadas pelas crenças:
Da inferioridade, (tudo é do homem)
Da religiosidade submissiva, (ser obediente é papel da mulher)
Da maternidade burra, (tudo para o meu filho nada para mim)
Da feminilidade, (mulher tem de ser delicada e não pode liderar que é coisa de homem)
Do respeito ao homem dominador, (o homem manda e você obedece)
Da Amélia, (lavar, passar, cozinhar e obedecer. Isso faz uma mulher ser feliz)
Desde muito cedo a mulher é bombardeada com a crença que ela é inferior ao homem.
A religião faz esse papel de colocá-la como culpada do pecado no jardim (se é que ele existiu), da promiscuidade do homem, ela que o atiça para pecar, da prostituição religiosa, da má criação dos filhos, da edificação da casa feliz.
Essa postura clerical criou na sociedade isso que nós vemos da mulher trabalhar fora e ainda ser obrigada a fazer o serviço da casa e ser culpada da casa estar feia e suja.
Nossa sociedade aceitou a religião agir dessa forma e determinar como deveria ser toda a vida do indivíduo. Tudo na vida mesmo!
O Sexo, por exemplo, as igrejas afirmam o que pode ou não pode ser feito.
A forma de usar o dinheiro, as igrejas afirmam onde pode e onde não podem gastar.
Os relacionamentos entre as pessoas também.
As amizades que servem ou não servem.
A necessidade de ir aos cultos e reuniões constantemente.
A forma da mulher tratar o marido e os filhos.
A obediência ao marido.
A submissão as ideias dele.
A esconder o desejo sexual.
A esconder as necessidades fisiológicas.
A esconder a própria força para se vestir de uma capa de fragilidade.
Sendo assim a mulher ficou presa ao desejo do outro, perdendo o direito de ser feliz e buscar o melhor para si.
As igrejas, templos, mesquitas, centros entre outros, determinam o que elas podem fazer e depois os homens só vem para cobrar a falta de cumprimento das ordens recebidas da religião.
As mulheres quando entenderem que são seres livres e as religiões nada mais são que cadeias para aprisionar seu pensar e agir, ficarão prontas para assumir o papel que tanto assustam aos homens.
Liderar a sociedade para uma vida mais justa e realmente feliz para todos.
Um texto pela liberdade da mulher e o fim da repressão religiosa ao ser humano.
terça-feira, 21 de junho de 2011
O que um idoso doente representa?
... as épocas de crise na convivência social familiar.
Quando pensamos em envelhecer ficamos sempre presos as nossas crenças e nossas vivências, acreditamos que a terceira idade nunca chegará para nós.
Temos a falsa sensação que sempre teremos saúde, disposição, ânimo, alegria de viver, vontade de participar das coisas e das festas, mas...
Quando os anos começam a chegar e aparecem alguns eventos que antes éramos fãs, passamos a vez preferindo ficar em casa fazendo outra coisa qualquer.
Festas, badalações, eventos tudo isso vai ficando para trás, começamos a pensar em outras coisas, dar importância a outros pontos da vida e sobre o como ficamos deslocados em algumas festas, daí aparece uma vontade louca de não ir, de dar uma desculpa.
Mas após os 60 existe uma coisa que assusta todos os seres humanos a possibilidade real de ficar preso a uma cama.
A doença para um idoso é como uma tormenta,
a sensação de incapacidade,
de dependência,
o afastamento dos familiares (mesmo quando estão próximos),
a angústia da cama,
a incapacidade de servir,
a dor do sofrimento da alma,
tudo isso com um problema ainda pior.
A crença que a partir de agora serei um estorvo para a família.
O que mais fere um idoso é a sensação de atrapalhar, de não servir para mais nada, de imaginar o quanto não é bem vindo.
Quando uma pessoa chega a esse ponto, o que sobre são as lembranças dos tempos passados, das coisas que conseguia fazer sem ajuda, dos lugares que ia e de onde vinha e de como era capaz.
Das vezes que foi útil e as vezes que ajudou pessoas necessitadas, é aí que vem os pensamentos que o mundo piorou, que as pessoas de hoje não tem coração.
O que acontece com os indivíduos quando enfrentam uma situação de ter um doente na família?
Sempre que olhamos para alguém acamado, somos confrontados com nossa incapacidade e limitação, nós vemos no doente a possibilidade de nosso futuro.
Por isso nos afastamos!
Temos medo de perceber que não seremos eternos,
Medo de encarar nossa real situação de fragilidade,
Real situação de descontrole que a idade produz em nossa vida.
É ISSO MESMO! Á idade tira de nós toda a capacidade de controle, algo que sempre fizemos. Controlar!
Quando saímos da adolescência onde tudo era controlado, ficamos como senhores de nossas vidas por 50 ou 60 anos:
depois disso do nada perdemos a capacidade de fazer escolhas,
a capacidade de resolver nosso futuro,
a capacidade de determinar o que queremos,
tudo na dependência de alguém que sempre cuidamos e amamos.
Isso cria no idoso a sensação do infante, ele volta do nada a ter 5 anos.
Ele é capaz de fazer algumas coisas, mas, não é capaz de cuidar de sua vida, é capaz de tomar banho sozinho, mas não pode ir a padaria sem ser acompanhado.
A diferença dele para uma criança é que a criança não conhece a vida, mas ele conhece e conhece bem, só que agora conseguem lembrar o passado, de como resolveu problemas sérios e de como conseguia concertar a vida de forma harmoniosa e organizada (um maestro regendo sua história).
Para encerrar esse texto quero que você pense em sua vida e na sua velhice:
Como você se vê quando chegar aos oitenta?
Deixe-me adivinhar:
1 – com saúde;
2 – com uma condição de vida boa;
3 – aproveitando os anos que restam ao lado das pessoas que ama;
4 – sendo respeitado por todas as pessoas que o conhecem;
5 – vivendo ao lado dos filhos e tendo controle sobre sua vida e ajudando a deles.
Agora me diga, esqueci alguma coisa?
Sempre tentaremos arrumar algumas desculpas para os problemas que o idoso tem, talvez... ...pecado, castigo, vingança da vida, carma, desobediência aos pais por essas razões está dessa forma.
Temos que arrumar uma desculpa para nos sentirmos melhor e com uma certeza que conosco será diferente, sem problemas!
Precisamos entender que esse idoso doente só chegou a essa idade graças à força de vida que tem e a vontade de viver que sempre o cercou.
Entendendo isso buscaremos ajudá-los a continuar vivendo.
O que o idoso doente precisa é se sentir útil, dentro de suas possibilidades.
Às vezes só descascar alho, outras ensinando a fazer alguma receita antiga, outras olhando uma criança brincar, talvez fazendo algum pequeno serviço de carpintaria ou plantando alguma fruto/horta.
Cabe entender que se formos fortes, como eles, chegaremos a ter uma idade avançada como a deles e com isso poderemos em alguns momentos ou nos momentos finais, chegar a dependência de outros pessoas que amamos e sempre cuidamos.
Como disse Juca Chaves:
“idade não é culpa,
nem velhice uma desculpa,
ser jovem é saber envelhecer...”
E aí, você está preparado para isso?
Abraços.
Quando pensamos em envelhecer ficamos sempre presos as nossas crenças e nossas vivências, acreditamos que a terceira idade nunca chegará para nós.
Temos a falsa sensação que sempre teremos saúde, disposição, ânimo, alegria de viver, vontade de participar das coisas e das festas, mas...
Quando os anos começam a chegar e aparecem alguns eventos que antes éramos fãs, passamos a vez preferindo ficar em casa fazendo outra coisa qualquer.
Festas, badalações, eventos tudo isso vai ficando para trás, começamos a pensar em outras coisas, dar importância a outros pontos da vida e sobre o como ficamos deslocados em algumas festas, daí aparece uma vontade louca de não ir, de dar uma desculpa.
Mas após os 60 existe uma coisa que assusta todos os seres humanos a possibilidade real de ficar preso a uma cama.
A doença para um idoso é como uma tormenta,
a sensação de incapacidade,
de dependência,
o afastamento dos familiares (mesmo quando estão próximos),
a angústia da cama,
a incapacidade de servir,
a dor do sofrimento da alma,
tudo isso com um problema ainda pior.
A crença que a partir de agora serei um estorvo para a família.
O que mais fere um idoso é a sensação de atrapalhar, de não servir para mais nada, de imaginar o quanto não é bem vindo.
Quando uma pessoa chega a esse ponto, o que sobre são as lembranças dos tempos passados, das coisas que conseguia fazer sem ajuda, dos lugares que ia e de onde vinha e de como era capaz.
Das vezes que foi útil e as vezes que ajudou pessoas necessitadas, é aí que vem os pensamentos que o mundo piorou, que as pessoas de hoje não tem coração.
O que acontece com os indivíduos quando enfrentam uma situação de ter um doente na família?
Sempre que olhamos para alguém acamado, somos confrontados com nossa incapacidade e limitação, nós vemos no doente a possibilidade de nosso futuro.
Por isso nos afastamos!
Temos medo de perceber que não seremos eternos,
Medo de encarar nossa real situação de fragilidade,
Real situação de descontrole que a idade produz em nossa vida.
É ISSO MESMO! Á idade tira de nós toda a capacidade de controle, algo que sempre fizemos. Controlar!
Quando saímos da adolescência onde tudo era controlado, ficamos como senhores de nossas vidas por 50 ou 60 anos:
depois disso do nada perdemos a capacidade de fazer escolhas,
a capacidade de resolver nosso futuro,
a capacidade de determinar o que queremos,
tudo na dependência de alguém que sempre cuidamos e amamos.
Isso cria no idoso a sensação do infante, ele volta do nada a ter 5 anos.
Ele é capaz de fazer algumas coisas, mas, não é capaz de cuidar de sua vida, é capaz de tomar banho sozinho, mas não pode ir a padaria sem ser acompanhado.
A diferença dele para uma criança é que a criança não conhece a vida, mas ele conhece e conhece bem, só que agora conseguem lembrar o passado, de como resolveu problemas sérios e de como conseguia concertar a vida de forma harmoniosa e organizada (um maestro regendo sua história).
Para encerrar esse texto quero que você pense em sua vida e na sua velhice:
Como você se vê quando chegar aos oitenta?
Deixe-me adivinhar:
1 – com saúde;
2 – com uma condição de vida boa;
3 – aproveitando os anos que restam ao lado das pessoas que ama;
4 – sendo respeitado por todas as pessoas que o conhecem;
5 – vivendo ao lado dos filhos e tendo controle sobre sua vida e ajudando a deles.
Agora me diga, esqueci alguma coisa?
Sempre tentaremos arrumar algumas desculpas para os problemas que o idoso tem, talvez... ...pecado, castigo, vingança da vida, carma, desobediência aos pais por essas razões está dessa forma.
Temos que arrumar uma desculpa para nos sentirmos melhor e com uma certeza que conosco será diferente, sem problemas!
Precisamos entender que esse idoso doente só chegou a essa idade graças à força de vida que tem e a vontade de viver que sempre o cercou.
Entendendo isso buscaremos ajudá-los a continuar vivendo.
O que o idoso doente precisa é se sentir útil, dentro de suas possibilidades.
Às vezes só descascar alho, outras ensinando a fazer alguma receita antiga, outras olhando uma criança brincar, talvez fazendo algum pequeno serviço de carpintaria ou plantando alguma fruto/horta.
Cabe entender que se formos fortes, como eles, chegaremos a ter uma idade avançada como a deles e com isso poderemos em alguns momentos ou nos momentos finais, chegar a dependência de outros pessoas que amamos e sempre cuidamos.
Como disse Juca Chaves:
“idade não é culpa,
nem velhice uma desculpa,
ser jovem é saber envelhecer...”
E aí, você está preparado para isso?
Abraços.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
quando as coisas mudam...
Pensar que as coisas sempre serão boas ou ruins, é uma grande bobagem!
Assim também como pensar que os momentos ruins nunca terão fim.
Precisamos aprender que em cada momento de nossas vidas passamos
por momentos bons, ruins e indiferentes.
Por essa razão temos que aprender a olhar o momento, mas
nos preparando para o futuro.
Lembro de coisas boas que vivi que vieram logo após de grandes tristezas.
Lembro também de momento que pensei que a vida estava sem graça e rotineira.
Precisamos ver a vida como ela é e saber que cada momento não será eterna,
mas só um momento “que passa”.
Por essa razão temos que aproveitar esses momentos para aprender ao máximo com a situação.
Afinal, quando as coisas mudam não sabemos se é para melhor ou pior.
Então, cabe aprender uma nova lição da vida a cada dia,
ficando cada vez mais forte, mais capaz, mais preparado.
ÓTIMAS LIÇÕES!
Assim também como pensar que os momentos ruins nunca terão fim.
Precisamos aprender que em cada momento de nossas vidas passamos
por momentos bons, ruins e indiferentes.
Por essa razão temos que aprender a olhar o momento, mas
nos preparando para o futuro.
Lembro de coisas boas que vivi que vieram logo após de grandes tristezas.
Lembro também de momento que pensei que a vida estava sem graça e rotineira.
Precisamos ver a vida como ela é e saber que cada momento não será eterna,
mas só um momento “que passa”.
Por essa razão temos que aproveitar esses momentos para aprender ao máximo com a situação.
Afinal, quando as coisas mudam não sabemos se é para melhor ou pior.
Então, cabe aprender uma nova lição da vida a cada dia,
ficando cada vez mais forte, mais capaz, mais preparado.
ÓTIMAS LIÇÕES!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Escola que Não Produz Questionamentos.
Fiz uma pesquisa em dois tipos de escola pública e privada e lá reparei que existem professores apaixonados por ensinar, mas com algumas diferenças.
Em minha pesquisa visitei três escolas sendo elas duas do estado e uma da rede particular.
Foram entrevistados onze professores do ensino médio e fundamental contando também com três professores que ensinam tanto para o ensino médio como para o fundamental da rede pública.
Três professores têm sua formação em letras, quatro em matemática, dois em artes, um em história, um em química.
As duas escolas estão localizados em bairros distantes do centro de Santo André, em média de vinte minutos de carro do centro.
Já a escola particular está a cinco minutos do centro.
Enquanto na escola pública os clientes se distinguem em pessoas de diversas classes sociais variando da classe “B” à classe “E”, na escola particular o público é o da classe B exclusivamente.
Nossos professores questionados mostraram uma diversidade de opiniões e uma postura de diferenciação muito grande entre os da escola pública e privada.
Enquanto os alunos da escola privada estão com o objetivo de se desenvolver e conseguir um objetivo que desde cedo é direcionado pela família, os alunos da escola pública vão para a escola com a obrigação de estar lá e de conseguir um diploma.
As crianças da escola privada têm prazer em ir para a escola enquanto as da escola pública são obrigadas a fazê-lo.
Ao perceber essa diferença que é fundamental na ação da aprendizagem comecei a perceber que aí existia uma grande diferenciação no pensar das crianças.
Comecei então a realizar um processo de questionamento entre o que diferencia uma criança da rede pública de uma criança da rede particular.
Algumas respostas surgiram como: a educação que a criança recebeu, o número de alunos por sala, o respeito aos mais velhos, o número de adultos por criança no ambiente escolar.
Dentre essas respostas pude perceber que existem sim alguns fatores que são preponderantes na educação e o principal deles, a meu ver, ainda não foi citado.
Que a situação de evolução tecnológica no ambiente social.
Nossa sociedade está forrada de tecnologia, em todos os lados podemos ver diversos pontos de inovações tecnológicas e de conhecimento que minam da redes de comunicação, nossos alunos em seu dia-a-dia estão presos a sensação que a informação está a um “click” e com isso se acham capazes de aprender diversas coisas em diversos momentos sem precisar com isso ir a escola que é mal cuidada, com baixa luminosidade, com professores sem a possibilidade de utilização de meios tecnológicos em todas as aulas e ainda sem o reconhecimento devido vindo através de salários dignos e respeito por parte dos pais e direção das escolas públicas.
Nas escolas particulares as crianças são incentivadas a se desenvolver em meio a tecnologia, enquanto na pública ainda é pedido que o os alunos escrevam os textos a mão.
As pesquisas, passeios e visitas são feitas de forma rara na escola pública enquanto na rede privada é algo habitual.
As crianças da rede particular vêem os professores como amigos e alguém que podem contar, enquanto isso na escola pública os alunos são adversários dos professores e são capazes de responder errado nas provas de avaliação só para os professores não receber o bônus que é dado pelo governo como uma forma de encobrir o baixo salário e o desrespeito mostrado a classe de professores.
Claro que a educação que a criança recebeu em casa, o número de alunos por sala, o respeito aos mais velhos, o número de adultos por criança no ambiente escolar influenciam na ação da aprendizagem, nas escolas públicas as crianças em sua maioria não tem uma boa educação de base por essa razão não entendem conceitos simples de companheirismo, respeito ao próximo e o respeito a autoridade em sala de aula, o professor.
Quando esse processo é magnificado com um número abusivo de crianças por sala, para o ensino do professor, os alunos se sentem em uma situação de maioria plena e assim fica muito mais difícil ensinar e fazer as trocas de conhecimentos propostas por Paulo Freire, ficando o professor obrigado a utilizar o sistema da educação bancária. Ao juntar esse processo com a falta de respeito ao mais velho (no caso o professor) é comum haver agressões verbais por parte dos alunos, que nem entendem a besteira que estão fazendo, conduzindo em alguns casos até agressões físicas aos professores.
Por viver uma nova realidade de liberdade, sem a presença dos pais, mesmo os alunos com uma boa educação de base se vêem no direito de fazer o mesmo já que o companheiro de sala também age assim, criando então um problema muito maior.
Outra reclamação comum é o fato do número ser mínimo entre adultos e crianças/adolescentes por perímetro, em algumas escolas a proporção é de 50/1. ficando muito difícil o controle e também a sensação no aluno que ele está sendo percebido em cada uma de suas atitudes.
Já na escola privada a educação que a criança recebeu em casa, o número de alunos por sala, o respeito aos mais velhos, o número de adultos por criança no ambiente escolar ficam dentro de padrões internacionais dando ao professor uma tranquilidade de atuação e capacidade de ensino pleno, mesmo quando não se usa o sistema freireano de ensino.
As reclamações nas escolas públicas passam desde a baixa iluminação, inda para a falta de interesse dos pais e se encerrando na material de trabalho de baixa qualidade (lousa e giz), cadeiras destruídas por alunos, baixos e falta de postura de companheiros de profissão.
Enquanto isso na escola privada a reclamação é, só em alguns casos, a necessidade da jornada dupla de trabalho para aumento de renda.
Quero concluir esse material com a seguinte indagação: como é possível ao professor do estado diante de tantas dificuldades, conduzir os alunos a principal função do saber que é produzir questionamentos para que o aluno possa então buscar o conhecimento?
Sendo assim temos ainda questionados os professores, lançando sobre eles uma culpa que não tem por uma escola que não produz conhecimento.
Bibliografia consultada
Freire, Paulo. - Pedagogia do Oprimido
http://www.letras.ufmg.br/espanhol/pdf%5Cpedagogia_do_oprimido.pdf acesso em 08 03 2011
Greimas, Algirdas Juliem, Semiótica e Ciências Sociais – Editora Cultrix – 1981.
Em minha pesquisa visitei três escolas sendo elas duas do estado e uma da rede particular.
Foram entrevistados onze professores do ensino médio e fundamental contando também com três professores que ensinam tanto para o ensino médio como para o fundamental da rede pública.
Três professores têm sua formação em letras, quatro em matemática, dois em artes, um em história, um em química.
As duas escolas estão localizados em bairros distantes do centro de Santo André, em média de vinte minutos de carro do centro.
Já a escola particular está a cinco minutos do centro.
Enquanto na escola pública os clientes se distinguem em pessoas de diversas classes sociais variando da classe “B” à classe “E”, na escola particular o público é o da classe B exclusivamente.
Nossos professores questionados mostraram uma diversidade de opiniões e uma postura de diferenciação muito grande entre os da escola pública e privada.
Enquanto os alunos da escola privada estão com o objetivo de se desenvolver e conseguir um objetivo que desde cedo é direcionado pela família, os alunos da escola pública vão para a escola com a obrigação de estar lá e de conseguir um diploma.
As crianças da escola privada têm prazer em ir para a escola enquanto as da escola pública são obrigadas a fazê-lo.
Ao perceber essa diferença que é fundamental na ação da aprendizagem comecei a perceber que aí existia uma grande diferenciação no pensar das crianças.
Comecei então a realizar um processo de questionamento entre o que diferencia uma criança da rede pública de uma criança da rede particular.
Algumas respostas surgiram como: a educação que a criança recebeu, o número de alunos por sala, o respeito aos mais velhos, o número de adultos por criança no ambiente escolar.
Dentre essas respostas pude perceber que existem sim alguns fatores que são preponderantes na educação e o principal deles, a meu ver, ainda não foi citado.
Que a situação de evolução tecnológica no ambiente social.
Nossa sociedade está forrada de tecnologia, em todos os lados podemos ver diversos pontos de inovações tecnológicas e de conhecimento que minam da redes de comunicação, nossos alunos em seu dia-a-dia estão presos a sensação que a informação está a um “click” e com isso se acham capazes de aprender diversas coisas em diversos momentos sem precisar com isso ir a escola que é mal cuidada, com baixa luminosidade, com professores sem a possibilidade de utilização de meios tecnológicos em todas as aulas e ainda sem o reconhecimento devido vindo através de salários dignos e respeito por parte dos pais e direção das escolas públicas.
Nas escolas particulares as crianças são incentivadas a se desenvolver em meio a tecnologia, enquanto na pública ainda é pedido que o os alunos escrevam os textos a mão.
As pesquisas, passeios e visitas são feitas de forma rara na escola pública enquanto na rede privada é algo habitual.
As crianças da rede particular vêem os professores como amigos e alguém que podem contar, enquanto isso na escola pública os alunos são adversários dos professores e são capazes de responder errado nas provas de avaliação só para os professores não receber o bônus que é dado pelo governo como uma forma de encobrir o baixo salário e o desrespeito mostrado a classe de professores.
Claro que a educação que a criança recebeu em casa, o número de alunos por sala, o respeito aos mais velhos, o número de adultos por criança no ambiente escolar influenciam na ação da aprendizagem, nas escolas públicas as crianças em sua maioria não tem uma boa educação de base por essa razão não entendem conceitos simples de companheirismo, respeito ao próximo e o respeito a autoridade em sala de aula, o professor.
Quando esse processo é magnificado com um número abusivo de crianças por sala, para o ensino do professor, os alunos se sentem em uma situação de maioria plena e assim fica muito mais difícil ensinar e fazer as trocas de conhecimentos propostas por Paulo Freire, ficando o professor obrigado a utilizar o sistema da educação bancária. Ao juntar esse processo com a falta de respeito ao mais velho (no caso o professor) é comum haver agressões verbais por parte dos alunos, que nem entendem a besteira que estão fazendo, conduzindo em alguns casos até agressões físicas aos professores.
Por viver uma nova realidade de liberdade, sem a presença dos pais, mesmo os alunos com uma boa educação de base se vêem no direito de fazer o mesmo já que o companheiro de sala também age assim, criando então um problema muito maior.
Outra reclamação comum é o fato do número ser mínimo entre adultos e crianças/adolescentes por perímetro, em algumas escolas a proporção é de 50/1. ficando muito difícil o controle e também a sensação no aluno que ele está sendo percebido em cada uma de suas atitudes.
Já na escola privada a educação que a criança recebeu em casa, o número de alunos por sala, o respeito aos mais velhos, o número de adultos por criança no ambiente escolar ficam dentro de padrões internacionais dando ao professor uma tranquilidade de atuação e capacidade de ensino pleno, mesmo quando não se usa o sistema freireano de ensino.
As reclamações nas escolas públicas passam desde a baixa iluminação, inda para a falta de interesse dos pais e se encerrando na material de trabalho de baixa qualidade (lousa e giz), cadeiras destruídas por alunos, baixos e falta de postura de companheiros de profissão.
Enquanto isso na escola privada a reclamação é, só em alguns casos, a necessidade da jornada dupla de trabalho para aumento de renda.
Quero concluir esse material com a seguinte indagação: como é possível ao professor do estado diante de tantas dificuldades, conduzir os alunos a principal função do saber que é produzir questionamentos para que o aluno possa então buscar o conhecimento?
Sendo assim temos ainda questionados os professores, lançando sobre eles uma culpa que não tem por uma escola que não produz conhecimento.
Bibliografia consultada
Freire, Paulo. - Pedagogia do Oprimido
http://www.letras.ufmg.br/espanhol/pdf%5Cpedagogia_do_oprimido.pdf acesso em 08 03 2011
Greimas, Algirdas Juliem, Semiótica e Ciências Sociais – Editora Cultrix – 1981.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Para Uma Ação Renovadora do Ser!
Nossa sociedade foi ensinada a crer que é livre, vive pensando que os outros povos são escravos.
Escravos da cultura, escravos de ditadores, escravos dos comunistas, escravos! , gente enganada!
Durante a maior parte do tempo acreditamos que os errados são os outros e nós os sábios do mundo.
Aproveitamos o melhor de cada cultura e desenvolvemos aqui o que a vida tem de melhor.
Pensamos que estamos “por cima da carne seca” como dizem alguns, só que estamos vivendo uma realidade que a muito foi estabelecida pelos governantes, a não valorização do saber, nossas crianças estão historicamente presas a vida do desinteresse.
Nossos professores são desestimulados a ensinar e são desrespeitados como profissionais do ensino.
Por essa razão é comum perceber que no país existem pessoas que tiram proveito do povo sabendo que nunca conseguirão se unir para buscar seus direitos, e qualquer um que tente se levantar logo é levado para participar do esquema e assim aproveitar as oportunidades que podem usufruir da sociedade que participam.
As escolas de qualidade são para os escolhidos e a grande massa tem o ensino, mas um ensino de baixa aceitação.
Sabendo que o saber é capaz de abrir os olhos, ouvidos e mentes dos participantes do conhecimento podemos perceber que o que está em jogo de verdade não é simplesmente a capacidade do indivíduo se libertar de suas falsas crenças arcaicas, mas de uma real liberdade do sistema que aprisiona o cidadão em um mundo de subemprego, sub-cultura, sub-lazer e sub-liberdade.
Estamos com nossa gente presa ao trabalho em empresas que terceirizam o serviço e assim conseguem atuar livres dos sindicatos, livre dos salários dignos e o pior com a ajuda do medo do peão perder o emprego, assim fazem o que querem e estabelecem as regras que destroem todo o conceito de dignidade humana.
Lançam aos funcionários uma carga de trabalho indigna e ainda o tiram da possibilidade de desenvolver outras habilidades, pois dentro das empresas o obrigam a atuar sempre nas mesmas funções e as horas extras servem para deixá-lo tão cansado que o mundo que o cerca fica inatingível, preso ao saber que a empresa libera e a verdade que o patrões desejam, eles então, entram em um processo de catequização ideológica, onde o principal sonho é trabalhar muito para conseguir ser contratado como funcionário da empresa e não mais de uma terceira.
Os incentivos ao conhecimento, desenvolvimento social, artes e demais itens que poderiam transformar suas vidas são deixados de lado e até as informações da TV são escolhidas pela chefia para que nada seja tirado do eixo da crença empresarial.
Seu lazer passa então momento mais simples do termo, o DESCANSO, para que consiga no início da próxima jornada dar conta das obrigações que a empresa exige dele como profissional, sem folga real, só descanso do corpo para voltar a produção.
Empresas que estão preocupados com o auto-escalão, e esse grupo tem todas as vantagens que a instituição pode oferecer.
A principal vantagem é a dignidade que deveria ser um direito de todos, os trabalhadores de fato são vistos como números e a chefia como deuses que tem nas mãos a capacidade de transformar pessoas sem futuro certo em alguém que pertence ao quadro da empresa.
Quando esse homem trabalhar sonha em ter uma vida melhor ele espera a possibilidade de criar seus filhos e dar uma boa educação para cada um deles, mas a sociedade por sua vez faz diferente e tira dele o direito de ser livre, fica preço a crença que aquele subemprego na terceirizada é o único escape que tem e nunca será capaz de mudar sua vida.
Nossas escolas públicas estão se transformando em oficinas de produção para essas empresas, com pessoas longe do objetivo de liberdade e de conhecimento, nossos jovens por sua vez vivem uma realidade do jovem que a falsa crença que a história dele será diferente da de seus pais, mas continuam a seguir pelos mesmos caminhos esperando que com eles tudo há de mudar.
Com isso não recebem em casa a devida valorização do conhecimento que a escola produz, não recebem o direcionamento que os professores são amigos e estão ali para fazer da vida deles uma vida melhor e para auxiliar na escolha de um futuro mais digno.
Não entendem que a liberdade virá de fato quando estiverem prontos para entender cada caminho e poder escolher por onde querem trilhar e não mais ficar a mercê de lideres religiosos, políticos, de fábrica ou mesmo de gangues que determinam quem deve viver ou morrer em meio a comunidade.
Nos últimos dois séculos nossa gente foi conduzida como bois que caminham para o abatedouro sem perceber que estão indo para aquele lugar pelas próprias pernas e seguindo o caminho achando que são livre e seus guias são pessoas que querem o seu bem.
Nossa população está morrendo e ainda achando que são livres e seus líderes são as melhores pessoas do mundo, com isso deixam de notar que os professores não são os carrascos, mas os verdadeiros libertadores que podem conduzir a população a um processo de fim da escravatura que vivem e nem notam.
Bibliografia consultada
Freire, Paulo. - Pedagogia do Oprimido
http://www.letras.ufmg.br/espanhol/pdf%5Cpedagogia_do_oprimido.pdf acesso em 08 03 2011
Greimas, Algirdas Juliem, Semiótica e Ciências Sociais – Editora Cultrix – 1981.
Escravos da cultura, escravos de ditadores, escravos dos comunistas, escravos! , gente enganada!
Durante a maior parte do tempo acreditamos que os errados são os outros e nós os sábios do mundo.
Aproveitamos o melhor de cada cultura e desenvolvemos aqui o que a vida tem de melhor.
Pensamos que estamos “por cima da carne seca” como dizem alguns, só que estamos vivendo uma realidade que a muito foi estabelecida pelos governantes, a não valorização do saber, nossas crianças estão historicamente presas a vida do desinteresse.
Nossos professores são desestimulados a ensinar e são desrespeitados como profissionais do ensino.
Por essa razão é comum perceber que no país existem pessoas que tiram proveito do povo sabendo que nunca conseguirão se unir para buscar seus direitos, e qualquer um que tente se levantar logo é levado para participar do esquema e assim aproveitar as oportunidades que podem usufruir da sociedade que participam.
As escolas de qualidade são para os escolhidos e a grande massa tem o ensino, mas um ensino de baixa aceitação.
Sabendo que o saber é capaz de abrir os olhos, ouvidos e mentes dos participantes do conhecimento podemos perceber que o que está em jogo de verdade não é simplesmente a capacidade do indivíduo se libertar de suas falsas crenças arcaicas, mas de uma real liberdade do sistema que aprisiona o cidadão em um mundo de subemprego, sub-cultura, sub-lazer e sub-liberdade.
Estamos com nossa gente presa ao trabalho em empresas que terceirizam o serviço e assim conseguem atuar livres dos sindicatos, livre dos salários dignos e o pior com a ajuda do medo do peão perder o emprego, assim fazem o que querem e estabelecem as regras que destroem todo o conceito de dignidade humana.
Lançam aos funcionários uma carga de trabalho indigna e ainda o tiram da possibilidade de desenvolver outras habilidades, pois dentro das empresas o obrigam a atuar sempre nas mesmas funções e as horas extras servem para deixá-lo tão cansado que o mundo que o cerca fica inatingível, preso ao saber que a empresa libera e a verdade que o patrões desejam, eles então, entram em um processo de catequização ideológica, onde o principal sonho é trabalhar muito para conseguir ser contratado como funcionário da empresa e não mais de uma terceira.
Os incentivos ao conhecimento, desenvolvimento social, artes e demais itens que poderiam transformar suas vidas são deixados de lado e até as informações da TV são escolhidas pela chefia para que nada seja tirado do eixo da crença empresarial.
Seu lazer passa então momento mais simples do termo, o DESCANSO, para que consiga no início da próxima jornada dar conta das obrigações que a empresa exige dele como profissional, sem folga real, só descanso do corpo para voltar a produção.
Empresas que estão preocupados com o auto-escalão, e esse grupo tem todas as vantagens que a instituição pode oferecer.
A principal vantagem é a dignidade que deveria ser um direito de todos, os trabalhadores de fato são vistos como números e a chefia como deuses que tem nas mãos a capacidade de transformar pessoas sem futuro certo em alguém que pertence ao quadro da empresa.
Quando esse homem trabalhar sonha em ter uma vida melhor ele espera a possibilidade de criar seus filhos e dar uma boa educação para cada um deles, mas a sociedade por sua vez faz diferente e tira dele o direito de ser livre, fica preço a crença que aquele subemprego na terceirizada é o único escape que tem e nunca será capaz de mudar sua vida.
Nossas escolas públicas estão se transformando em oficinas de produção para essas empresas, com pessoas longe do objetivo de liberdade e de conhecimento, nossos jovens por sua vez vivem uma realidade do jovem que a falsa crença que a história dele será diferente da de seus pais, mas continuam a seguir pelos mesmos caminhos esperando que com eles tudo há de mudar.
Com isso não recebem em casa a devida valorização do conhecimento que a escola produz, não recebem o direcionamento que os professores são amigos e estão ali para fazer da vida deles uma vida melhor e para auxiliar na escolha de um futuro mais digno.
Não entendem que a liberdade virá de fato quando estiverem prontos para entender cada caminho e poder escolher por onde querem trilhar e não mais ficar a mercê de lideres religiosos, políticos, de fábrica ou mesmo de gangues que determinam quem deve viver ou morrer em meio a comunidade.
Nos últimos dois séculos nossa gente foi conduzida como bois que caminham para o abatedouro sem perceber que estão indo para aquele lugar pelas próprias pernas e seguindo o caminho achando que são livre e seus guias são pessoas que querem o seu bem.
Nossa população está morrendo e ainda achando que são livres e seus líderes são as melhores pessoas do mundo, com isso deixam de notar que os professores não são os carrascos, mas os verdadeiros libertadores que podem conduzir a população a um processo de fim da escravatura que vivem e nem notam.
Bibliografia consultada
Freire, Paulo. - Pedagogia do Oprimido
http://www.letras.ufmg.br/espanhol/pdf%5Cpedagogia_do_oprimido.pdf acesso em 08 03 2011
Greimas, Algirdas Juliem, Semiótica e Ciências Sociais – Editora Cultrix – 1981.
Metas x Objetivos “da deseducação do cotidiano para uma tentativa de educação”.
Graças a nossa competitividade todo ser humano tenta o tempo todo superar os seus limites e quando não consegue é, mais que, comum apontar as falhas para o fracasso, ou então, o não total êxito.
Na educação de nossas crianças e jovens é a mesma coisa estamos presos a insatisfação dos insucessos, professores culpam diretores, diretores culpam professores, pais culpam a escola e cada novo índice de avaliação, o processo de ebulição volta a boca do vulcão que quer explodir.
Estamos vivendo dias diferentes, onde a humanidade está tentando se adaptar a essa nova realidade tecnológica, nova realidade das mães saindo a caça (trabalho), dos pais ficando em casa trabalhando em computadores, dos avós, vivendo mais que 50 anos, das pesquisas feitas em tempo real pelo Google, pelas dúvidas esclarecidas pelo pergunte ao Yahoo, pelas TV pagas que passam o tempo todo programas educativos como “the History”, além das revistas, jornais, da religião que desmascarada vem perdendo a força de mandar e o medo fazer o povo obedecer e tudo mais que muda tudo o tempo todo!
Essas mudanças no mundo pós-moderno (se é que podemos chamar assim) prefiro chamar de descoberto, tem deixado os professores em uma situação de insegurança para os adultos que acham que sabiam e tem certeza que não sabem nada, dos jovem que acham que sabem tudo e ainda não entendem que a vida é maior que seu mundinho adolescente, dos diretores que tem uma obrigação gigantesca de preparar a estrutura da escola diante das mudanças do mundo que nós nem sabemos direito quais serão e por fim do professor que está em uma situação de ensinar diante de uma realidade onde o saber parece que flutua no ar. (e flutua mesmo!)
Enquanto o mundo está preso em uma realidade tecnológica e as casas cada vez mais tem máquinas, os alunos têm micro computadores, que também são chamados de celulares, o professor está preso ao princípio “livro, lousa, giz”, com cobranças de qualidade de ensino e desenvolvimento de interesse nos jovens que estão explodindo em hormônios e curiosidade.
Diante disso os alunos ainda estão passando por uma situação de falta de estrutura familiar, onde os pais não conseguem exercer autoridade histórica de repressão, os avós não entenderam a mudança do mundo e continuam a agir no sistema antigo e as leis voltadas às crianças e aos adolescentes. Tem deixado a situação ainda mais confusa para os pais e professores, que não aprenderam ainda como lidar com essa situação.
Para a direção das escolas o problema e a falta de ação dos professores que não conseguem desempenhar seu papel de docente, pois, a direção ainda está vivendo nos padrões antigos do ensino.
Essa analise da direção é real, pois, os professores ainda não conseguiram entender as mudanças do mundo e nem como criar interesse nesses “cyber alunos” que de forma fácil perdem o interesse da vida acadêmica com a fácil sensação que depois conseguem recuperar as informações da aula no Google, a direção por sua vez está de mãos atadas e sem saber como resolver esse imbróglio, os pais ausentes estão presos a tentativas dos filhos serem educados nas escolas.
Diante do imenso problema os secretários da educação estão tentando resolver as questões com os sistemas que tem em mãos, incentivo, bonificação, entre outras formulas estão sendo usadas para tentar mudar o sistema de aprendizagem, mas sem conseguir atingir os objetivos.
As crianças e adolescentes estão a mercês da própria sorte. Estão presos na fase da vida que tudo vai dar certo e todos serão milionários em 5 anos, fato que descobrirão não ser real em pouco tempo.
Agora estamos presos em um estado de vivência e precisamos rever nossos conceitos e refazer nosso sistema de ensino, as escolas terão um novo papel no mundo onde o conhecer deverá ser feito de forma natural e através das mídias, onde o conhecimento dos alunos deverão ser questionados e ampliados pelos meios de informações mundiais.
Novas línguas, novos saberes, nosso sistema de ensino, nova educação.
Nesse novo processo os meios de informação serão utilizados de forma plena mesmo para crianças não alfabetizadas, mas como forma de alfabetização.
As crianças terão as pesquisas envolvidas com o prazer de aprender por jogos educacionais que instiguem a necessidade de conhecer mais e melhor a física, a química, a matemática, o português, o inglês, o alemão, o japonês, o Frances, a sociologia, a filosofia, a geografia, a história e tudo mais que precisem aprender.
Com esse novo mundo que desenvolvemos precisamos desenvolver também o novo sistema de ensino, assim como fizemos no final do século XIX e repetimos no século XX, esses mudanças tem de ser feitas e nós temos a obrigação de realizá-las agora para produzir um novo avanço do saber, quando lancei o tema “Metas x Objetivos “da deseducação do cotidiano para uma tentativa de educação.” ”, quis mostrar nossa real situação de despreparo e deseducação diante de um mundo que mudou, estamos tentando agir com um professor do século XX ensinando os alunos no conhecimento científico do século XV, perda de tempo!
Precisamos ensinar nossos alunos sobre o século XXI com os saberes do século XXI, “cyber aluno” precisa de “cyber professor” para aguças e desenvolver novos princípios de vida e de conhecimento.
Por essa razão temos sim que traças uma nova meta para atingir com o objetivo de desenvolver o prazer do saber utilizando para isso um novo conceito de provas com consultas a internet, trabalhos feitos através do que pensa o aluno sobre o tema e não o que o pensador do século XIX dizia sobre isso, como alguns de nossos jovens pensam que “ como alguém do século XVIII poderia afirmar algo importante para o século XXI?”, precisamos mostrar estes pensadores sobre assuntos atuais.
Melhores salários os professores devem ter mesmo, sem o quesito de bônus, mas pelo quesito dignidade de quem se dispõe a ensinar.
Nunca conseguiremos resolver o problema da educação se mantivermos nossas cabeças no sistema de ensino que foi utilizado com sucesso no passado, pois estamos diante de um novo salto da humanidade, salto esse do saber, para isso temos que fazer uma nova escolha, e nova escola, e desenvolver um novo princípio de conexão entre o saber e a educação, para quais todos nós ainda não estamos educados.
Bibliografia consultada:
1) GENTILI, Pablo. Neoliberalismo e educação: manual do usuário. Disponível em:
http://www.cefetsp.br/edu/eso/globalizacao/manualusuario.html
Último acesso: 16/03/2011
2) Entrevista com a Secretária de Educação do Estado de
São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro, publicada
na Revista Veja, disponível em:
http://veja.abril.com.br/130208/entrevista.shtml
Último acesso: 16/03/2011
3) Leitura da L.D.B.E.N. nº 9394/96, artigos 1 a 28,
Disponível no link http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
Último acesso 21/03/2011
4) Vitor Henrique Paro Estrutura da escola e prática educacional democrática,
disponível em http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT05-2780--Int.pdf (30ª reunião da Anped)
(acesso em 21/03/2011)
5) Freire, Paulo - Pedagogia do Oprimido. Link do texto:
http://www.letras.ufmg.br/espanhol/pdf%5Cpedagogia_do_oprimido.pdf
(último acesso 21/03/2011.)
Na educação de nossas crianças e jovens é a mesma coisa estamos presos a insatisfação dos insucessos, professores culpam diretores, diretores culpam professores, pais culpam a escola e cada novo índice de avaliação, o processo de ebulição volta a boca do vulcão que quer explodir.
Estamos vivendo dias diferentes, onde a humanidade está tentando se adaptar a essa nova realidade tecnológica, nova realidade das mães saindo a caça (trabalho), dos pais ficando em casa trabalhando em computadores, dos avós, vivendo mais que 50 anos, das pesquisas feitas em tempo real pelo Google, pelas dúvidas esclarecidas pelo pergunte ao Yahoo, pelas TV pagas que passam o tempo todo programas educativos como “the History”, além das revistas, jornais, da religião que desmascarada vem perdendo a força de mandar e o medo fazer o povo obedecer e tudo mais que muda tudo o tempo todo!
Essas mudanças no mundo pós-moderno (se é que podemos chamar assim) prefiro chamar de descoberto, tem deixado os professores em uma situação de insegurança para os adultos que acham que sabiam e tem certeza que não sabem nada, dos jovem que acham que sabem tudo e ainda não entendem que a vida é maior que seu mundinho adolescente, dos diretores que tem uma obrigação gigantesca de preparar a estrutura da escola diante das mudanças do mundo que nós nem sabemos direito quais serão e por fim do professor que está em uma situação de ensinar diante de uma realidade onde o saber parece que flutua no ar. (e flutua mesmo!)
Enquanto o mundo está preso em uma realidade tecnológica e as casas cada vez mais tem máquinas, os alunos têm micro computadores, que também são chamados de celulares, o professor está preso ao princípio “livro, lousa, giz”, com cobranças de qualidade de ensino e desenvolvimento de interesse nos jovens que estão explodindo em hormônios e curiosidade.
Diante disso os alunos ainda estão passando por uma situação de falta de estrutura familiar, onde os pais não conseguem exercer autoridade histórica de repressão, os avós não entenderam a mudança do mundo e continuam a agir no sistema antigo e as leis voltadas às crianças e aos adolescentes. Tem deixado a situação ainda mais confusa para os pais e professores, que não aprenderam ainda como lidar com essa situação.
Para a direção das escolas o problema e a falta de ação dos professores que não conseguem desempenhar seu papel de docente, pois, a direção ainda está vivendo nos padrões antigos do ensino.
Essa analise da direção é real, pois, os professores ainda não conseguiram entender as mudanças do mundo e nem como criar interesse nesses “cyber alunos” que de forma fácil perdem o interesse da vida acadêmica com a fácil sensação que depois conseguem recuperar as informações da aula no Google, a direção por sua vez está de mãos atadas e sem saber como resolver esse imbróglio, os pais ausentes estão presos a tentativas dos filhos serem educados nas escolas.
Diante do imenso problema os secretários da educação estão tentando resolver as questões com os sistemas que tem em mãos, incentivo, bonificação, entre outras formulas estão sendo usadas para tentar mudar o sistema de aprendizagem, mas sem conseguir atingir os objetivos.
As crianças e adolescentes estão a mercês da própria sorte. Estão presos na fase da vida que tudo vai dar certo e todos serão milionários em 5 anos, fato que descobrirão não ser real em pouco tempo.
Agora estamos presos em um estado de vivência e precisamos rever nossos conceitos e refazer nosso sistema de ensino, as escolas terão um novo papel no mundo onde o conhecer deverá ser feito de forma natural e através das mídias, onde o conhecimento dos alunos deverão ser questionados e ampliados pelos meios de informações mundiais.
Novas línguas, novos saberes, nosso sistema de ensino, nova educação.
Nesse novo processo os meios de informação serão utilizados de forma plena mesmo para crianças não alfabetizadas, mas como forma de alfabetização.
As crianças terão as pesquisas envolvidas com o prazer de aprender por jogos educacionais que instiguem a necessidade de conhecer mais e melhor a física, a química, a matemática, o português, o inglês, o alemão, o japonês, o Frances, a sociologia, a filosofia, a geografia, a história e tudo mais que precisem aprender.
Com esse novo mundo que desenvolvemos precisamos desenvolver também o novo sistema de ensino, assim como fizemos no final do século XIX e repetimos no século XX, esses mudanças tem de ser feitas e nós temos a obrigação de realizá-las agora para produzir um novo avanço do saber, quando lancei o tema “Metas x Objetivos “da deseducação do cotidiano para uma tentativa de educação.” ”, quis mostrar nossa real situação de despreparo e deseducação diante de um mundo que mudou, estamos tentando agir com um professor do século XX ensinando os alunos no conhecimento científico do século XV, perda de tempo!
Precisamos ensinar nossos alunos sobre o século XXI com os saberes do século XXI, “cyber aluno” precisa de “cyber professor” para aguças e desenvolver novos princípios de vida e de conhecimento.
Por essa razão temos sim que traças uma nova meta para atingir com o objetivo de desenvolver o prazer do saber utilizando para isso um novo conceito de provas com consultas a internet, trabalhos feitos através do que pensa o aluno sobre o tema e não o que o pensador do século XIX dizia sobre isso, como alguns de nossos jovens pensam que “ como alguém do século XVIII poderia afirmar algo importante para o século XXI?”, precisamos mostrar estes pensadores sobre assuntos atuais.
Melhores salários os professores devem ter mesmo, sem o quesito de bônus, mas pelo quesito dignidade de quem se dispõe a ensinar.
Nunca conseguiremos resolver o problema da educação se mantivermos nossas cabeças no sistema de ensino que foi utilizado com sucesso no passado, pois estamos diante de um novo salto da humanidade, salto esse do saber, para isso temos que fazer uma nova escolha, e nova escola, e desenvolver um novo princípio de conexão entre o saber e a educação, para quais todos nós ainda não estamos educados.
Bibliografia consultada:
1) GENTILI, Pablo. Neoliberalismo e educação: manual do usuário. Disponível em:
http://www.cefetsp.br/edu/eso/globalizacao/manualusuario.html
Último acesso: 16/03/2011
2) Entrevista com a Secretária de Educação do Estado de
São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro, publicada
na Revista Veja, disponível em:
http://veja.abril.com.br/130208/entrevista.shtml
Último acesso: 16/03/2011
3) Leitura da L.D.B.E.N. nº 9394/96, artigos 1 a 28,
Disponível no link http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
Último acesso 21/03/2011
4) Vitor Henrique Paro Estrutura da escola e prática educacional democrática,
disponível em http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT05-2780--Int.pdf (30ª reunião da Anped)
(acesso em 21/03/2011)
5) Freire, Paulo - Pedagogia do Oprimido. Link do texto:
http://www.letras.ufmg.br/espanhol/pdf%5Cpedagogia_do_oprimido.pdf
(último acesso 21/03/2011.)
quarta-feira, 4 de maio de 2011
U M A C R I S E A V I S T A !
O Brasil está se escondendo atrás do crédito fácil das financiadoras, nossa nação está crescendo graças ao dinheiro emprestado a juros cada vez mais altos, que enriquecem banqueiros e deixam a população com dívidas galopantes.
Estamos presos em um processo de prestações com juros embutidos e cada família está amarrada ao sistema das grandes lojas e agências de créditos.
Sendo assim, não demora muito para ocorrer um aumento na inadimplência e o enforcamento do salário que está cada vez mais inferiorizado pelas grandes empresas e o processo de terceirização.
Nossa nação está entrando em uma bolha de confiança “falsa” que terá como resultado uma catástrofe que não terá como escapar.
Os bancos lançam limites que estão estourando e logo a seguir fazem empréstimos para quitar os limites (ganhos duplos em taxas de juros), e assim a população está presa a diversas formas de empréstimos, cartão de crédito, cartões de lojas, cartões de bancos, cartões de financiadoras, cartões de grandes mercados e por fim o cartão de fiado da lojinha da esquina.
Nosso governo não se deu conta que esse aumento de juros (CELIC) só beneficia aos donos de bancos e agiliza a quebradeira da população e apressa a crise.
Nesse processo que estourará junto com a população, irá o governante que estiver no controle da nação.
É preciso mudar essa rota de destruição monetária da classe trabalhadora e passar a agir com o controle dos salários no sistema de terceirização, proibindo que dentro de uma empresa se tenha a mesma função tendo valores salariais diferentes, coibir a prática abusiva dos bancos na cobrança de juros extorsivos, limitar a ação das lojas obrigando descontos reais na compras a vista.
Sem essas ações a população ficará cada vez mais nas mãos dessas empresas que não produzem, mas tem os maiores lucros em nossa nação.
Vejam quem foram as empresas que mais lucraram nos últimos 8 anos?
Notem que os bancos lideram o ranking.
Para encerrar o governo deve atuar para incentivar empresas que trabalham para produzir bens e desenvolvimento social com os menores impostos.
Ainda dá tempo de tirar o país dessa rota de colisão do povo com suas dívidas crescentes, mas para isso o governo não pode pensar na próxima campanha e em quem vai manter seus programas com artistas caros e marqueteiros de ponta e pensar no povo que está se afogando em dívidas e no processo de depressão.
Cuidado com suas compras!
Daniel Bizzoto
Cientista Social
Estamos presos em um processo de prestações com juros embutidos e cada família está amarrada ao sistema das grandes lojas e agências de créditos.
Sendo assim, não demora muito para ocorrer um aumento na inadimplência e o enforcamento do salário que está cada vez mais inferiorizado pelas grandes empresas e o processo de terceirização.
Nossa nação está entrando em uma bolha de confiança “falsa” que terá como resultado uma catástrofe que não terá como escapar.
Os bancos lançam limites que estão estourando e logo a seguir fazem empréstimos para quitar os limites (ganhos duplos em taxas de juros), e assim a população está presa a diversas formas de empréstimos, cartão de crédito, cartões de lojas, cartões de bancos, cartões de financiadoras, cartões de grandes mercados e por fim o cartão de fiado da lojinha da esquina.
Nosso governo não se deu conta que esse aumento de juros (CELIC) só beneficia aos donos de bancos e agiliza a quebradeira da população e apressa a crise.
Nesse processo que estourará junto com a população, irá o governante que estiver no controle da nação.
É preciso mudar essa rota de destruição monetária da classe trabalhadora e passar a agir com o controle dos salários no sistema de terceirização, proibindo que dentro de uma empresa se tenha a mesma função tendo valores salariais diferentes, coibir a prática abusiva dos bancos na cobrança de juros extorsivos, limitar a ação das lojas obrigando descontos reais na compras a vista.
Sem essas ações a população ficará cada vez mais nas mãos dessas empresas que não produzem, mas tem os maiores lucros em nossa nação.
Vejam quem foram as empresas que mais lucraram nos últimos 8 anos?
Notem que os bancos lideram o ranking.
Para encerrar o governo deve atuar para incentivar empresas que trabalham para produzir bens e desenvolvimento social com os menores impostos.
Ainda dá tempo de tirar o país dessa rota de colisão do povo com suas dívidas crescentes, mas para isso o governo não pode pensar na próxima campanha e em quem vai manter seus programas com artistas caros e marqueteiros de ponta e pensar no povo que está se afogando em dívidas e no processo de depressão.
Cuidado com suas compras!
Daniel Bizzoto
Cientista Social
terça-feira, 29 de março de 2011
LUCRO ACIMA DE TUDO.
Um Grupo que Busca o Lucro Através da Perversidade.
“O novo mapa mundial está dividido de forma a demonstrar onde é possível conseguir maiores lucros.”
Já faz muito tempo que o mundo já não é mais visto simplesmente pelos espaços geográficos, nossas nações, antes autônomas e livres, começaram a ser escravizadas por grupos que tem os lucros acima de qualquer coisa.
Usam da corrupção para comprar lideres e também de lideres que querem a qualquer custo tirar a maior vantagem possível desses empresários que vivem em seus países.
O mundo antes era dividido de forma simples onde as pessoas com o mesmo território e interesse viviam juntos, mas, com o passar do tempo e o descobrimento de parte dos líderes que era possível tirar vantagens de nações menos preparadas e ignorantes, sobre as formas de manipulação, não perderam a oportunidade de lucrar a qualquer custo.
Vários exemplos nós podemos tirar daí, como a corrida do ouro, das pedras preciosas, dos escravos, das madeiras, do petróleo, da força de trabalho barata, do tráfico dos animais, das drogas “legais ou não”, dos lucros destruidores dos bancos, dos bicombustíveis hoje já explorados e de grande interesse de outros empresários, e agora dos índices de crescimento de algumas regiões do mundo.
Cada vez mais percebemos lideres mundiais servindo de garotos propaganda de suas nações, invistam!, Visitem!, Faturem!, Construam!, Usem e abusem!, Tragam trabalho, mão de obra nós temos e de sobra!
Suas falas antes nacionalistas hoje servem para agradar possíveis investidores.
Esses empresários oportunistas por sua vez fracionam o trabalho em diversas partes do globo, conseguindo com isso manter salário mundial baixo e também controlar as nações através do controle de seus líderes pelos impostos e investimentos.
Hoje a liderança das nações está nas mãos de pessoas que não tem escrúpulos e nem caráter, pois ao invés de levar desenvolvimento para o mundo todo eles levam miséria, desgraça e também a falsa esperança do futuro melhor com a abertura da nova fábrica, que se manterá enquanto não houverem sindicatos fortes, mão de obra explorável e governos escravizados pelo sistema perversidade de minorias que sempre estiveram explorando a humanidade.
Sempre usando o sistema “bola da vez”, periodicamente transferem em primeiro lugar grandes quantidades de dinheiro para as bolsas do país e depois partem para a construção de fabricas e produção de emprego isso até chegar ao máximo do crescimento possível para aquela nação, depois retiram tudo deixando o povo em crise financeira e social.
O novo mapa mundial está dividido de forma a demonstrar onde é possível conseguir maiores lucros, para isso limitam a produção de alimentos, roupas, bens de consumo para conseguir preços altos e lucros gigantescos, desses que nunca foram amigos da humanidade e sim dos lucros e por eles “lucros” são capazes de fazer qualquer coisa, manipulações orquestrações de negociações e negociatas, já fazem parte do novo controle, querem tudo que possa dar lucros! Não importando quanta miséria produzirão com isso
Setorizar as ações é algo comum para esses grupos: Alimentação, transportes, confecção, construção, financiamentos, instrução, propaganda, estão entre tantos outros coisas que podem ser usados para aumentar sempre seus patrimônio, alem de destruir qualquer tentativa de nações que queiram se levantar contra eles.
A humanidade precisa rever seus conceitos e perceber que existe uma razão para lutar, contra a exploração desses grandes empregadores, contra os baixos salários da China, da Coréia, da utilização dos povos da África como exemplo de pobreza e miséria e não fazer nada para mudar isso, contra os políticos que aceitam essa dominação e escravizam seu povo em troca de dinheiro na Suíça, contra o trabalho escravo dos imigrantes que são levados para a morte social, contra a terceirização no terceiro mundo e a obrigatoriedade da participação dos lucros para aquelas pessoas que de fato trabalharam nas empresas.
Temos uma minoria que controla a riqueza e destrói a tudo e a todos para se manter no poder, sem essa reação social global continuaremos a ter um mundo que é dividido geopoliticamente para poucos e em sofrimento para sua quase totalidade.
“O novo mapa mundial está dividido de forma a demonstrar onde é possível conseguir maiores lucros.”
Já faz muito tempo que o mundo já não é mais visto simplesmente pelos espaços geográficos, nossas nações, antes autônomas e livres, começaram a ser escravizadas por grupos que tem os lucros acima de qualquer coisa.
Usam da corrupção para comprar lideres e também de lideres que querem a qualquer custo tirar a maior vantagem possível desses empresários que vivem em seus países.
O mundo antes era dividido de forma simples onde as pessoas com o mesmo território e interesse viviam juntos, mas, com o passar do tempo e o descobrimento de parte dos líderes que era possível tirar vantagens de nações menos preparadas e ignorantes, sobre as formas de manipulação, não perderam a oportunidade de lucrar a qualquer custo.
Vários exemplos nós podemos tirar daí, como a corrida do ouro, das pedras preciosas, dos escravos, das madeiras, do petróleo, da força de trabalho barata, do tráfico dos animais, das drogas “legais ou não”, dos lucros destruidores dos bancos, dos bicombustíveis hoje já explorados e de grande interesse de outros empresários, e agora dos índices de crescimento de algumas regiões do mundo.
Cada vez mais percebemos lideres mundiais servindo de garotos propaganda de suas nações, invistam!, Visitem!, Faturem!, Construam!, Usem e abusem!, Tragam trabalho, mão de obra nós temos e de sobra!
Suas falas antes nacionalistas hoje servem para agradar possíveis investidores.
Esses empresários oportunistas por sua vez fracionam o trabalho em diversas partes do globo, conseguindo com isso manter salário mundial baixo e também controlar as nações através do controle de seus líderes pelos impostos e investimentos.
Hoje a liderança das nações está nas mãos de pessoas que não tem escrúpulos e nem caráter, pois ao invés de levar desenvolvimento para o mundo todo eles levam miséria, desgraça e também a falsa esperança do futuro melhor com a abertura da nova fábrica, que se manterá enquanto não houverem sindicatos fortes, mão de obra explorável e governos escravizados pelo sistema perversidade de minorias que sempre estiveram explorando a humanidade.
Sempre usando o sistema “bola da vez”, periodicamente transferem em primeiro lugar grandes quantidades de dinheiro para as bolsas do país e depois partem para a construção de fabricas e produção de emprego isso até chegar ao máximo do crescimento possível para aquela nação, depois retiram tudo deixando o povo em crise financeira e social.
O novo mapa mundial está dividido de forma a demonstrar onde é possível conseguir maiores lucros, para isso limitam a produção de alimentos, roupas, bens de consumo para conseguir preços altos e lucros gigantescos, desses que nunca foram amigos da humanidade e sim dos lucros e por eles “lucros” são capazes de fazer qualquer coisa, manipulações orquestrações de negociações e negociatas, já fazem parte do novo controle, querem tudo que possa dar lucros! Não importando quanta miséria produzirão com isso
Setorizar as ações é algo comum para esses grupos: Alimentação, transportes, confecção, construção, financiamentos, instrução, propaganda, estão entre tantos outros coisas que podem ser usados para aumentar sempre seus patrimônio, alem de destruir qualquer tentativa de nações que queiram se levantar contra eles.
A humanidade precisa rever seus conceitos e perceber que existe uma razão para lutar, contra a exploração desses grandes empregadores, contra os baixos salários da China, da Coréia, da utilização dos povos da África como exemplo de pobreza e miséria e não fazer nada para mudar isso, contra os políticos que aceitam essa dominação e escravizam seu povo em troca de dinheiro na Suíça, contra o trabalho escravo dos imigrantes que são levados para a morte social, contra a terceirização no terceiro mundo e a obrigatoriedade da participação dos lucros para aquelas pessoas que de fato trabalharam nas empresas.
Temos uma minoria que controla a riqueza e destrói a tudo e a todos para se manter no poder, sem essa reação social global continuaremos a ter um mundo que é dividido geopoliticamente para poucos e em sofrimento para sua quase totalidade.
sexta-feira, 18 de março de 2011
O Poder Histórico da Mídia e a Humanidade Aprovando no IBOPE seus Desejos Secretos Libertários.
O Poder Histórico da Mídia e a Humanidade Aprovando no IBOPE seus Desejos Secretos Libertários.
Durante milênios a sociedade foi manipulada pela única forma de propaganda que presenciavam a propaganda religiosa, os lideres religiosos usavam o único meio de comunicação de massa que existia para controlar os fieis e determinar o que era certo e errado na vida das pessoas.
Muitos líderes sacrificaram seus súditos em nome de um deus que solicitava a vida de uma pessoa da comunidade, essas ações foram sendo aperfeiçoadas pelo tempo e começaram a trocar de tipos de sacrifícios.
A morte em nome de deus deixou de ter valor, sendo assim a sociedade foi sendo mudada pelos hábitos da sociedade que era transformada pelas ações de lideres e grupos religiosos, com o passar do tempo e a formação de outras formas de propaganda as ações das religiões foram sendo transformadas pelos meios de propaganda. Folhas impressas, rádio, televisão começaram a mudar o conceito de manipulação da massa.
Isso produziu uma nova possibilidade de controle muito bem utilizada tanto na primeira guerra mundial como na segundo onde a principal arma foi a propaganda contra o inimigo.
O mundo após esse ato começou então a utilizar melhor os meios de transmissão de informações, o rádio começa então a ganhar força de propaganda e a vender ideias e conceitos, a religião quando percebeu essa ação começou um ataque a essa ameaça ao controle pleno da igreja.
Com o desenvolvimento da televisão o novo enfrentamento religião vs. mídia ficou maior, pois é uma luta pelo controle do pensar humano, como revide a igreja começa então a satanizar os meios de comunicação e algumas denominações declaram ser tudo do “anti-cristo”.
Nossa realidade por sua vez foi sendo transformada pela informação e as propagandas que assistimos, coisas que tínhamos vontades de fazer e as denominações proibiam foram sendo usadas na “telinha”, nas propagandas de modo geral e produziram uma grande aceitação pela população e também a capacidade de questionamento aos meios religiosos, papas, bispos, pastores, lideres religiosos das mais diversas religiões tiveram que começar a responder perguntas, que até então, nunca quiseram tocar.
A mídia forçou o esclarecimento de fatos como direito da mulher, sexualidade, criação de filhos, adultério, separação, divorcio, opção sexual e atualmente comportamento em grupo.
Essas ações produziram uma nova realidade que podemos chamar de verdade prática, onde os homens começam a mostrar o que de fato são e não mais o homem que a religião determina que ele seja.
Essas ações deixaram os radicais religiosos revoltados e um conclame em prol do retorno do puritanismo, decência, respeito e fé.
Vimos na última eleição um fato desses onde o maior cargo do país passou por um ataque, não ideológico, mas de fé e crença religiosa, onde a mídia determinou a manipulação das informações.
A mídia é capaz de questionar a sociedade, mas também trocar de mãos o controle das vidas das pessoas, sendo assim cada um de nós deve pensar duas vezes antes de aceitar qualquer imposição, seja ela pelas mídias de púlpito ou então pelos meios de comunicação que tentam a todo custo enriquecer “as custas” da população menos esclarecida.
Durante milênios a sociedade foi manipulada pela única forma de propaganda que presenciavam a propaganda religiosa, os lideres religiosos usavam o único meio de comunicação de massa que existia para controlar os fieis e determinar o que era certo e errado na vida das pessoas.
Muitos líderes sacrificaram seus súditos em nome de um deus que solicitava a vida de uma pessoa da comunidade, essas ações foram sendo aperfeiçoadas pelo tempo e começaram a trocar de tipos de sacrifícios.
A morte em nome de deus deixou de ter valor, sendo assim a sociedade foi sendo mudada pelos hábitos da sociedade que era transformada pelas ações de lideres e grupos religiosos, com o passar do tempo e a formação de outras formas de propaganda as ações das religiões foram sendo transformadas pelos meios de propaganda. Folhas impressas, rádio, televisão começaram a mudar o conceito de manipulação da massa.
Isso produziu uma nova possibilidade de controle muito bem utilizada tanto na primeira guerra mundial como na segundo onde a principal arma foi a propaganda contra o inimigo.
O mundo após esse ato começou então a utilizar melhor os meios de transmissão de informações, o rádio começa então a ganhar força de propaganda e a vender ideias e conceitos, a religião quando percebeu essa ação começou um ataque a essa ameaça ao controle pleno da igreja.
Com o desenvolvimento da televisão o novo enfrentamento religião vs. mídia ficou maior, pois é uma luta pelo controle do pensar humano, como revide a igreja começa então a satanizar os meios de comunicação e algumas denominações declaram ser tudo do “anti-cristo”.
Nossa realidade por sua vez foi sendo transformada pela informação e as propagandas que assistimos, coisas que tínhamos vontades de fazer e as denominações proibiam foram sendo usadas na “telinha”, nas propagandas de modo geral e produziram uma grande aceitação pela população e também a capacidade de questionamento aos meios religiosos, papas, bispos, pastores, lideres religiosos das mais diversas religiões tiveram que começar a responder perguntas, que até então, nunca quiseram tocar.
A mídia forçou o esclarecimento de fatos como direito da mulher, sexualidade, criação de filhos, adultério, separação, divorcio, opção sexual e atualmente comportamento em grupo.
Essas ações produziram uma nova realidade que podemos chamar de verdade prática, onde os homens começam a mostrar o que de fato são e não mais o homem que a religião determina que ele seja.
Essas ações deixaram os radicais religiosos revoltados e um conclame em prol do retorno do puritanismo, decência, respeito e fé.
Vimos na última eleição um fato desses onde o maior cargo do país passou por um ataque, não ideológico, mas de fé e crença religiosa, onde a mídia determinou a manipulação das informações.
A mídia é capaz de questionar a sociedade, mas também trocar de mãos o controle das vidas das pessoas, sendo assim cada um de nós deve pensar duas vezes antes de aceitar qualquer imposição, seja ela pelas mídias de púlpito ou então pelos meios de comunicação que tentam a todo custo enriquecer “as custas” da população menos esclarecida.
midia e o poder de manipulação
O Ponto de ‘Des’conexão dos Indivíduos pela Mídia.
“as comunicações não intervêm diretamente no comportamento explícito; tendem, isso sim, a influenciar o modo como o destinatário organiza a sua imagem do ambiente” (Roberts).
Cada indivíduo aprende em sua infância a importância da vontade pessoal e também o respeito da vontade alheia, sendo assim ficamos sempre acreditando que cada etapa da vida, com nossos desejos determinaram e coordenaram o transcorrer da existência.
Sem com tudo perceber que somos influenciados por pessoas, grupos e programações que assistimos ou participamos.
A grande mídia percebeu com o tempo o poder que tem nas mãos e vem vendendo sonhos e desejos às pessoas que despercebidas não notam que estão sendo manipuladas por um sistema, que poderosamente oprime, elaborado para controlar, usar e depois lucrar com os telespectadores.
De forma indireta as programações vão controlando os indivíduos, deixando-os escravos das “verdades” que a mídia impõe essa imposição nem é percebida pelo grande público, que vê a noticia com a crença que quem fala é a melhor pessoa do mundo sem maldade e malícia na informação prestada.
Essas meias verdades nada mais são que a forma de conduzir o grande público a pensar de forma compacta e ordenada, acreditando na liderança do momento e também nas possibilidades de livre e fácil acesso com quem presta a informação.
Tudo é claro como uma meia verdade, pois, as pessoas que se mantém na manipulação do indivíduo sempre tem a certeza que o povo não passa de um marionete que será conduzido por propagandas, novelas, jornais “nacionais”, programas de entrevistas e de auditório.
“Alguém precisa contar a história do mercado antes que o mercado escreva o epitáfio da democracia” (Eugênio Bucci).
“as comunicações não intervêm diretamente no comportamento explícito; tendem, isso sim, a influenciar o modo como o destinatário organiza a sua imagem do ambiente” (Roberts).
Cada indivíduo aprende em sua infância a importância da vontade pessoal e também o respeito da vontade alheia, sendo assim ficamos sempre acreditando que cada etapa da vida, com nossos desejos determinaram e coordenaram o transcorrer da existência.
Sem com tudo perceber que somos influenciados por pessoas, grupos e programações que assistimos ou participamos.
A grande mídia percebeu com o tempo o poder que tem nas mãos e vem vendendo sonhos e desejos às pessoas que despercebidas não notam que estão sendo manipuladas por um sistema, que poderosamente oprime, elaborado para controlar, usar e depois lucrar com os telespectadores.
De forma indireta as programações vão controlando os indivíduos, deixando-os escravos das “verdades” que a mídia impõe essa imposição nem é percebida pelo grande público, que vê a noticia com a crença que quem fala é a melhor pessoa do mundo sem maldade e malícia na informação prestada.
Essas meias verdades nada mais são que a forma de conduzir o grande público a pensar de forma compacta e ordenada, acreditando na liderança do momento e também nas possibilidades de livre e fácil acesso com quem presta a informação.
Tudo é claro como uma meia verdade, pois, as pessoas que se mantém na manipulação do indivíduo sempre tem a certeza que o povo não passa de um marionete que será conduzido por propagandas, novelas, jornais “nacionais”, programas de entrevistas e de auditório.
“Alguém precisa contar a história do mercado antes que o mercado escreva o epitáfio da democracia” (Eugênio Bucci).
é fato a mulher é o ser mais explorado do país!!!
Uma Nação que precisa de mudança de conceitos.
Mais do que leis como a de 1985 e a lei Maria da Penha, nossa nação precisa de uma mudança de atitude quanto à criação e educação da família, onde a mulher precisa ser tratada como igual e não como alguém submissa aos interesses masculinos.
Os homens desde os primórdios se habituaram a usar as mulheres, com a força física, depois com o medo e por fim com o uso dos princípios religiosos. Durante sua vida o homem catequiza a mulher lançando normas de vida para um mundo masculino onde a mulher serve para obedecer e cumprir os caprichos do acho da espécie.
As mulheres, em sua maioria, se acostumaram com as regras e normas impostas e assim são abusadas e atacadas em seus direitos, desejos e vontades.
As condições de trabalho para a mulher são muito piores que as do homem, afinal, a mulher executa jornada dupla não recebendo dignamente por seus esforços e competências. Vejamos as dificuldades de uma mulher nas empresas: ela é obrigada a ter uma qualificação melhor que a masculina e mesmo assim recebe menos e não é devidamente reconhecida nos momentos de promoção. Quando cumpre seu papel de profissional capaz, é vista como igual, mas, se falha, as questões tribais tornam a vir à tona e ela é vista como alguém inferior que se meteu onde não devia.
No casamento, é vista como alguém que deve ouvir e obedecer a ordens e aquelas que não seguem esses padrões recebem diversos conselhos para mudar de postura ou então, ficam com a fama de mandona e exploradora do marido.
O trabalho da casa nunca na história foi reconhecido como algo digno de crédito e é uma ação contínua e constante, pois nunca tem fim e sempre é visto como algo não digno de reconhecimento (não temos o hábito de agradecer a limpeza da casa. Vemos isso como uma obrigação de quem fica.)
A carreira profissional da mulher é sempre prejudicada, pois os homens dificilmente deixam de trabalhar quando o filho fica doente, sendo assim elas tem que se multiplicar para conseguir atingir a excelência profissional.
A religião por sua vez é o meio que a sociedade atual usa para poder castrar a mulher dentro da sociedade machista; os homens usam desse meio para impor ao sexo feminino a inferioridade. Tudo começa com a colocação da mulher como sexo frágil, depois como uma pecadora indigna, emocional ao extremo, limitada, não apta a dirigir pessoas, não digna ao ensino e por fim, devendo obedecer a seu marido em tudo, sendo submissa e companheira aos desejos e caprichos dele.
Diante dessas colocações, percebemos que cada mulher vive em um estado de depreciação do ser mulher, sendo assim, ficando a mercê da sociedade que a usa como um objeto que pode ser trocado por outro.
Piadas, ridicularizações e escárnios sempre vêm para denegrir a feminilidade e a postura da mulher na sociedade que vivemos e é por isso que necessitamos de uma mudança de postura e igualdade de fato, sabendo que cada mulher deve ser tratada como um ser livre e capaz de fazer suas escolhas, sem com isso ser condenada pela sociedade que durantes séculos a escravizou e manipulou com o nome de “feminilidade”.
isso só vai mudar no momento que as mulheres entenderem sua posição e importância e passar a exigir seus direitos de igualdade e liberdade.
Mais do que leis como a de 1985 e a lei Maria da Penha, nossa nação precisa de uma mudança de atitude quanto à criação e educação da família, onde a mulher precisa ser tratada como igual e não como alguém submissa aos interesses masculinos.
Os homens desde os primórdios se habituaram a usar as mulheres, com a força física, depois com o medo e por fim com o uso dos princípios religiosos. Durante sua vida o homem catequiza a mulher lançando normas de vida para um mundo masculino onde a mulher serve para obedecer e cumprir os caprichos do acho da espécie.
As mulheres, em sua maioria, se acostumaram com as regras e normas impostas e assim são abusadas e atacadas em seus direitos, desejos e vontades.
As condições de trabalho para a mulher são muito piores que as do homem, afinal, a mulher executa jornada dupla não recebendo dignamente por seus esforços e competências. Vejamos as dificuldades de uma mulher nas empresas: ela é obrigada a ter uma qualificação melhor que a masculina e mesmo assim recebe menos e não é devidamente reconhecida nos momentos de promoção. Quando cumpre seu papel de profissional capaz, é vista como igual, mas, se falha, as questões tribais tornam a vir à tona e ela é vista como alguém inferior que se meteu onde não devia.
No casamento, é vista como alguém que deve ouvir e obedecer a ordens e aquelas que não seguem esses padrões recebem diversos conselhos para mudar de postura ou então, ficam com a fama de mandona e exploradora do marido.
O trabalho da casa nunca na história foi reconhecido como algo digno de crédito e é uma ação contínua e constante, pois nunca tem fim e sempre é visto como algo não digno de reconhecimento (não temos o hábito de agradecer a limpeza da casa. Vemos isso como uma obrigação de quem fica.)
A carreira profissional da mulher é sempre prejudicada, pois os homens dificilmente deixam de trabalhar quando o filho fica doente, sendo assim elas tem que se multiplicar para conseguir atingir a excelência profissional.
A religião por sua vez é o meio que a sociedade atual usa para poder castrar a mulher dentro da sociedade machista; os homens usam desse meio para impor ao sexo feminino a inferioridade. Tudo começa com a colocação da mulher como sexo frágil, depois como uma pecadora indigna, emocional ao extremo, limitada, não apta a dirigir pessoas, não digna ao ensino e por fim, devendo obedecer a seu marido em tudo, sendo submissa e companheira aos desejos e caprichos dele.
Diante dessas colocações, percebemos que cada mulher vive em um estado de depreciação do ser mulher, sendo assim, ficando a mercê da sociedade que a usa como um objeto que pode ser trocado por outro.
Piadas, ridicularizações e escárnios sempre vêm para denegrir a feminilidade e a postura da mulher na sociedade que vivemos e é por isso que necessitamos de uma mudança de postura e igualdade de fato, sabendo que cada mulher deve ser tratada como um ser livre e capaz de fazer suas escolhas, sem com isso ser condenada pela sociedade que durantes séculos a escravizou e manipulou com o nome de “feminilidade”.
isso só vai mudar no momento que as mulheres entenderem sua posição e importância e passar a exigir seus direitos de igualdade e liberdade.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Perdendo a Referência do Certo e do Errado.
“Um mundo sem um caminho para a humanização.”
Durantes muitos séculos a humanidade sempre se desenvolveu e conseguiu se manter organizada por dois princípios: regras religiosas e a lutas para nos manter vivos e em comunidade.
Grandes guerras, lutas e conquistas fizeram os seres humanos sempre buscar áreas de conforto e começaram a perceber que tendo fronteiras mais distantes era possível ter tranquilidade nos centros de segurança (base dos reinos) que se mantinham protegidos.
Com isso notemos que desenvolvemos o conceito de querer sempre mais e não contentar com o que temos, buscamos ter mais terras, mais dinheiro, mais fortunas, mais poder, para nas eventualidades conseguirmos nos manter em paz e tranquilidade.
Quanto mais batalhas existiram nas sociedades mais o conceito foi desenvolvido, por essa razão os europeus se desenvolveram de forma diferente dos outros povos, com uma religião impositiva (Deus único que não aceita concorrência) e uma necessidade de vencer sempre e conseguir fronteiras cada vez maiores e mais distantes das sedes governamentais, surgiu o princípio dos impérios.
Esses povos aprenderam desde cedo que dominar as outras nações era fundamental para manter a harmonia dentro de suas fronteiras (guerreamos para conseguir a paz).
Graças ao desenvolvimento humano as guerras foram sendo substituídas pelas negociações e com isso as fronteiras começaram a ser preservadas e os limites territoriais constantes produziram uma fonte de conforto (zona de conforto).
A grande questão é que graças aos hábitos do homem em adquirir bens e fortunas para momentos de guerras e catástrofes, produziram um conceito de sempre querer adquirir capital a qualquer custo.
A humanidade mudou, mas nossos hábitos de guardar capital não, sendo assim começamos a notar a possibilidade de usar os recursos para outros fins e desenvolvemos as novas fronteiras, as fronteiras sociais (status).
Começamos então a ver os homens pelos bens que possuem e determinar a importância das pessoas pela capacidade de ter e reter bens (roupas, sapatos, carros, casas, jóias e até locais de alimentação). Desenvolvemos uma nova forma de ver os homens, antes pelo poder de luta, hoje pelo poder de acumulo de capital.
Vemos nosso trabalho hoje como um ponto de batalha e conquistas, é comum ouvir de trabalhares termos que são comuns em batalhas.
Desenvolvemos o capitalismo e depois gostamos de ter o controle das pessoas.
Muitos empresários fazem negócios pelo prazer de negociar e ter a sensação de aquisição e conquista que hoje não é possível atingir com as guerras inexistentes.
Quando olhamos para as nações e onde elas se encontram, notamos os padrões de conduta e controle que cada uma toma. Vejam os maiores países capitalistas do mundo e notemos que o sistema capitalista sempre se desenvolve mais onde existem muitas catástrofes.
Quanto maior o número de catástrofes, maior a necessidade de acumulo de capital e do controle de capital estrangeiro.
O grande problema é que onde não existem catástrofes o povo não consegue ver a necessidade de um grande acumulo de capital, buscando viver e aproveitar os momentos para a diversão e lazer.
Precisamos também pensar que o controle intelectual do mundo está nas mãos dos grupos que controlam o capital e assim desde muito cedo somos catequizados a viver e a buscar guardar bens e dinheiro, “reconhecendo” a importância do capitalismo.
Temos ficado presos ao capital e na falsa crença que o capitalismo é o melhor para o mundo todo.
Sem as guerras, sem as lutas de classes, sem a interferência, o que sobrou aos grupos acostumados as conquistas foi à busca pelo aumento do capital, depois de atingirem uma nação começaram a buscar outros e mais outros, comprar empresas derrotadas, se unir/fundir a empresas que não poderiam vencer.
Hoje também temos guerras, mas são de outro tipo, é a guerra da informação, da manipulação, dos interesses, dos maiores lucros, da escravização de produtos e dos monopólios.
Tudo em nome do capital, tudo em nome da grande empresa, temos deixado as pessoas em segundo plano para colocar as corporações (lucros) no primeiro lugar.
Buscamos no capitalismo sempre desenvolver uma postura de controle e conquistas. Por essa razão desenvolveram o controle e nós ficamos presos a cultura do capital e a fortunas de poucos.
As grandes empresas, a globalização, o poder imperialista que sempre manipulam em prol de determinado grupo, só produziram a necessidade de se estabelecer órgãos de controle fora das nações, que cada vez mais estão perdendo a força e domínio graças ao neoliberalismo e as empresas que já não pertencem a uma nação, essas empresas mundiais, hoje tomam conta do mundo e assim não podem ser controlada por uma única nação, aprenderam a manipular o sistema a controlar as nação onde se infiltram e o fazem através de doações de campanhas, manipulação de deputados e senadores, busca de informações privilegiadas e subornos.
Estamos vivendo uma nova realidade mundial e um processo de mudança de postura e controle mundial. Onde a humanidade fica em segundo plano e as conquistas estão sempre em primeiro lugar e é nesse contexto que entra a América Latina com sua baixa taxa de catástrofes, alto índice de religiosidade e um povo sem conhecimento das ações mundiais e conceitos empresariais.
Estamos a mercê de grupos que manipulam nossa cultura, nossos gostos, nossos hábitos alimentares e também nossas diversões.
Nossa educação, alimentação e cultura são norte americanos.
Nossas crenças são padronizadas por princípios judaicos/cristãos.
Nossas praticas esportivas são européias.
Nosso gosto musical é uma mistura de outras culturas e quando não pertence a eixo euro-americano é visto como sub musicalidade.
Hoje o povo Latino Americano é vista como um grupo que podem dar muitos lucros as “grandes” nações.
Nossas bolsas são manipuladas, nossas economias são achincalhadas e nossa gente está à mercê dos interesses de minorias.
Essas questões nos deixam nas mãos de alguns e assim temos pouca chance de nos libertar de uma realidade que não é nossa, mas tem grandes interesses em nos amarrar nesse sistema globalizado, globalizante e capitalista, mas com tudo isso acontecendo ficamos presos a uma verdade absurda que a sociedade esta perdendo a referência do certo e do errado, afinal temos colocado as pessoas abaixo das posses e do dinheiro. Quando isso ocorre, é sinal que a vida perdeu o valor, e o que vale é o que se tem e não o que se é de fato.
Durantes muitos séculos a humanidade sempre se desenvolveu e conseguiu se manter organizada por dois princípios: regras religiosas e a lutas para nos manter vivos e em comunidade.
Grandes guerras, lutas e conquistas fizeram os seres humanos sempre buscar áreas de conforto e começaram a perceber que tendo fronteiras mais distantes era possível ter tranquilidade nos centros de segurança (base dos reinos) que se mantinham protegidos.
Com isso notemos que desenvolvemos o conceito de querer sempre mais e não contentar com o que temos, buscamos ter mais terras, mais dinheiro, mais fortunas, mais poder, para nas eventualidades conseguirmos nos manter em paz e tranquilidade.
Quanto mais batalhas existiram nas sociedades mais o conceito foi desenvolvido, por essa razão os europeus se desenvolveram de forma diferente dos outros povos, com uma religião impositiva (Deus único que não aceita concorrência) e uma necessidade de vencer sempre e conseguir fronteiras cada vez maiores e mais distantes das sedes governamentais, surgiu o princípio dos impérios.
Esses povos aprenderam desde cedo que dominar as outras nações era fundamental para manter a harmonia dentro de suas fronteiras (guerreamos para conseguir a paz).
Graças ao desenvolvimento humano as guerras foram sendo substituídas pelas negociações e com isso as fronteiras começaram a ser preservadas e os limites territoriais constantes produziram uma fonte de conforto (zona de conforto).
A grande questão é que graças aos hábitos do homem em adquirir bens e fortunas para momentos de guerras e catástrofes, produziram um conceito de sempre querer adquirir capital a qualquer custo.
A humanidade mudou, mas nossos hábitos de guardar capital não, sendo assim começamos a notar a possibilidade de usar os recursos para outros fins e desenvolvemos as novas fronteiras, as fronteiras sociais (status).
Começamos então a ver os homens pelos bens que possuem e determinar a importância das pessoas pela capacidade de ter e reter bens (roupas, sapatos, carros, casas, jóias e até locais de alimentação). Desenvolvemos uma nova forma de ver os homens, antes pelo poder de luta, hoje pelo poder de acumulo de capital.
Vemos nosso trabalho hoje como um ponto de batalha e conquistas, é comum ouvir de trabalhares termos que são comuns em batalhas.
Desenvolvemos o capitalismo e depois gostamos de ter o controle das pessoas.
Muitos empresários fazem negócios pelo prazer de negociar e ter a sensação de aquisição e conquista que hoje não é possível atingir com as guerras inexistentes.
Quando olhamos para as nações e onde elas se encontram, notamos os padrões de conduta e controle que cada uma toma. Vejam os maiores países capitalistas do mundo e notemos que o sistema capitalista sempre se desenvolve mais onde existem muitas catástrofes.
Quanto maior o número de catástrofes, maior a necessidade de acumulo de capital e do controle de capital estrangeiro.
O grande problema é que onde não existem catástrofes o povo não consegue ver a necessidade de um grande acumulo de capital, buscando viver e aproveitar os momentos para a diversão e lazer.
Precisamos também pensar que o controle intelectual do mundo está nas mãos dos grupos que controlam o capital e assim desde muito cedo somos catequizados a viver e a buscar guardar bens e dinheiro, “reconhecendo” a importância do capitalismo.
Temos ficado presos ao capital e na falsa crença que o capitalismo é o melhor para o mundo todo.
Sem as guerras, sem as lutas de classes, sem a interferência, o que sobrou aos grupos acostumados as conquistas foi à busca pelo aumento do capital, depois de atingirem uma nação começaram a buscar outros e mais outros, comprar empresas derrotadas, se unir/fundir a empresas que não poderiam vencer.
Hoje também temos guerras, mas são de outro tipo, é a guerra da informação, da manipulação, dos interesses, dos maiores lucros, da escravização de produtos e dos monopólios.
Tudo em nome do capital, tudo em nome da grande empresa, temos deixado as pessoas em segundo plano para colocar as corporações (lucros) no primeiro lugar.
Buscamos no capitalismo sempre desenvolver uma postura de controle e conquistas. Por essa razão desenvolveram o controle e nós ficamos presos a cultura do capital e a fortunas de poucos.
As grandes empresas, a globalização, o poder imperialista que sempre manipulam em prol de determinado grupo, só produziram a necessidade de se estabelecer órgãos de controle fora das nações, que cada vez mais estão perdendo a força e domínio graças ao neoliberalismo e as empresas que já não pertencem a uma nação, essas empresas mundiais, hoje tomam conta do mundo e assim não podem ser controlada por uma única nação, aprenderam a manipular o sistema a controlar as nação onde se infiltram e o fazem através de doações de campanhas, manipulação de deputados e senadores, busca de informações privilegiadas e subornos.
Estamos vivendo uma nova realidade mundial e um processo de mudança de postura e controle mundial. Onde a humanidade fica em segundo plano e as conquistas estão sempre em primeiro lugar e é nesse contexto que entra a América Latina com sua baixa taxa de catástrofes, alto índice de religiosidade e um povo sem conhecimento das ações mundiais e conceitos empresariais.
Estamos a mercê de grupos que manipulam nossa cultura, nossos gostos, nossos hábitos alimentares e também nossas diversões.
Nossa educação, alimentação e cultura são norte americanos.
Nossas crenças são padronizadas por princípios judaicos/cristãos.
Nossas praticas esportivas são européias.
Nosso gosto musical é uma mistura de outras culturas e quando não pertence a eixo euro-americano é visto como sub musicalidade.
Hoje o povo Latino Americano é vista como um grupo que podem dar muitos lucros as “grandes” nações.
Nossas bolsas são manipuladas, nossas economias são achincalhadas e nossa gente está à mercê dos interesses de minorias.
Essas questões nos deixam nas mãos de alguns e assim temos pouca chance de nos libertar de uma realidade que não é nossa, mas tem grandes interesses em nos amarrar nesse sistema globalizado, globalizante e capitalista, mas com tudo isso acontecendo ficamos presos a uma verdade absurda que a sociedade esta perdendo a referência do certo e do errado, afinal temos colocado as pessoas abaixo das posses e do dinheiro. Quando isso ocorre, é sinal que a vida perdeu o valor, e o que vale é o que se tem e não o que se é de fato.
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