terça-feira, 30 de agosto de 2011

CONSELHO TUTELAR, CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS DIANTE DA VIDA EM SOCIEDADE.


Pensar no conselho tutelar é pensar na ação dos governantes diante da capacidade dos pais em criar seus filhos dentro do princípio de regras da sociedade vigente.

Só existe o conselho tutelar graças a crença do estado em determinar o que é certo e o que é errado entre menores e maiores de idade.

Vendo isso, percebemos que em cada eleição do conselho (isso ocorre a cada 3 anos) estamos escolhendo os guardiões do estado na preservação do que o estado acha certo na educação.

O estatuto da criança e do adolescente serve para essa normatização, porém contem falhas grotescas, pois parte da crença que:

- O menor de 12 anos, não é capaz de se responsabilizar por seus atos.
(com isso gangues se formam afirmando sua menor idade)

- O menor de 12 - 14 anos, é punível por seus erros, mas com limitações.
(quando já informado sabe muito bem o que está fazendo)

- O menor de 14 - 17 anos, já merece a punição sócio-educativa.
(alguns jovens ainda são imaturos mesmo com tanto tamanho e outros por sua vez são líderes que deveriam ser punidos como adultos.)

- O menor próximo de completar 18 anos, ainda é uma criança e por isso não merece ser castigado como adulto por suas falhas sociais.
(é preciso avaliar caso a caso para aplicar a lei que proteja a sociedade e não o infrator)

Estava pensando o que acontece na noite de passagem dos 17 anos 11 meses e 29 dias para a virada da meia noite quando o indivíduo recebe a maioridade.

"A pessoa recebe um choque e a partir daí deixa de ser adolescente passando para a responsabilidade do mundo adulto?"

Claro que não!

A Responsabilidade vem com a conscientização das causas e efeitos de cada ato praticado!

Assim que o indivíduo recebe a informação que cada um de seus atos tem consequência, ele deixa o estado da desinformação (mundo da criança) passando para o estado da responsabilidade de suas ações (mundo do adulto).

Acredito na importância do conselho tutelar, mas acredito que os conselheiros eleitos têm a obrigação de visitar escolas informando os alunos quais ações são crimes contra o direito da criança e os adolescentes, como também quais ações são crimes diante da sociedade, que essas pessoas (crianças ou não) não têm o direito de cometer crimes contra a sociedade, se escondendo atrás do estatuto da criança e do adolescente.

Hoje os conselheiros estão só servindo de ouvidoria para casos de abusos e maus tratos.

Contudo a informação do que pode e não pode fazer um adolescente está escondida dentro do processo de repressão policial e isso não é obrigação do policial.

Com isso a polícia está em uma situação de difícil ação, diante de menores que não respeitam as normas da sociedade, pois desconhecem o E.C.A., os pais estão em uma situação complicada pois são manipulados pelos filhos que afirmam seus direitos, deixando de lado os deveres e os conselheiros tutelares presos ao princípio da lei sendo obrigados a só atender casos absurdos de desrespeito ao cidadão sendo ele menor de 18 anos.

Com isso todos sofrem:

- Os pais por estar de mãos atadas pelo desconhecimento e ignorância das leis,
- Os filhos por não entender seus direitos e deveres,
- Os policiais que cada vez mais tem seu psicológico afetado por ter que trocar tiros com crianças e adolescentes.
- Os conselheiros tutelares, pois só tem atuado como remediadores em uma situação de caos montada.

Precisamos urgentemente mostrar a sociedade o que é certo e o que é errado, já que perdemos isso diante da diversidade de leis que nossa nação tem, mas que não consegue ser praticada pela desinformação coletiva.

Precisamos de palestras onde os princípios de dignidade sejam colocados ao domínio público e os estatutos sejam apresentados como protetores do direito e não como impositores da educação e criação de filhos.

Para concluir, nossa nação tem sofrido tanto, não por não ter leis mas, por não conhecer o que cada lei quer ajustar como padrão de qualidade de vida social.

sábado, 27 de agosto de 2011

Um Mundo Diferente do Inventado pelo Capitalismo.



Durante muitos anos o mundo foi desenvolvido por dois grupos que se confrontavam ideologicamente, graças a essas ações de controle houveram guerras e confrontos constantes, treinamento de formas menores para servir de adversários ou para simplesmente preocupar a força concorrente.
Essas guerras da forma de desenvolvimento político/religioso transformaram os conflitos em questões regionais e criavam todas as divergências globais do período, sendo assim questões menores como os princípios de fé estavam estabelecidos em um patamar inferior nas guerras e no desenvolvimento global que estavam em batalha entre o capitalismo e o socialismo.
O que importava era quem venceria entre o capitalismo e o sistema socialista. Diante disso as questões de fé estavam inferiorizadas diante do mal maior para o capitalismo que era a possibilidade socialista da tomada do poder.
As ações do mundo capitalista em tentar destruir o socialismo, foi estabelecida em todos os patamares sociais, filmes, livros, comentários jornalísticos, tudo girava em torno do fim do sistema como alvo e das atrocidades impostas pelo sistema socialista, só as meias verdades impostas pelo capital eram apresentadas.
Criaram um monstro chamado socialismo e o venderam em todos os filmes Hollywoodianos, a famosa luta do bem contra o mal.
O mal querendo destruir o mundo, precisando ser parado a qualquer custo pelo grupo que servia o Deus verdadeiro que era contra o mal ateísta.
O mundo inventado pelo capitalismo era um mundo sem crise quando vencesse o poder socialista, mas o que aconteceu foi um novo tipo de crise, que o capitalismo desenvolveu.
A crise político-religiosa onde os princípios de fé ganharam uma dimensão superior a do muro de Berlin e da queda do socialismo na Europa.
Graças a essa ação se desenvolveu um novo princípio de questionamento e de lutas “a luta por uma fé”, após o fim do socialismo os muçulmanos perceberam que agora o novo alvo seria a destruição de suas crenças e culturas, assim como realizadas nas Américas centrais e do sul e então partiram para um ataque ao “sistema/padrão de vida americano”.
A força da crença está em primeiro plano na atualidade bélica americana, escondido atrás de ditaduras que durante décadas foram mantidas e armadas pelo governo americano e suas vertentes.
Das invenções capitalistas esqueceu-se de avaliar a possibilidade de controle sobre a fé islâmica, essa fé radical veio então destruir a estrutura de segurança e conforto americano e europeu, mostrando que a partir daquele momento, estavam prontos para mostrar que não aceitariam a imposição do povo se achava dominador.
Atualmente o mundo está em um estado de reflexão diante das crises do sistema capitalista, das imposições de uma fé cega (dos dois lados) e do principio de domínio pleno de uma moeda. Além da falta de estrutura de nações que antes eram consideradas fortes e dominantes.
Por essa razão o mundo começa a ser repensado e questionado, buscando uma nova alternativa para resolver esse problema do controle das armas, da moeda e das finanças globais.
Agora querendo esse mundo novo a população se encontra dentro de um processo de lutas, contra o que ainda não sabem direito o que é.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Desenvolvimento Produzido pelos Clássicos.



Sabendo da importância do conhecimento e a análise dos grandes pensadores
da sociedade contemporânea ou antiga, rever o mundo pela visão de pessoas
que vieram antes de nós, produz um conhecimento das sociedades que vieram
antes de nossas crenças que se estruturaram de acordo com suas crenças e mitos, rever o pensar humana nos dá a certeza que cada sociedade se forma pelo interesse
de cada um de nós e se desenvolve pela crença da vivência da perfeição da sociedade atual e a limitação das sociedades anteriores e a incapacidade das novas gerações
em acompanhar nosso desenvolvimento, ao rever os clássicos percebemos que essa ação é natural no ser humano e assim percebemos nossa ganância e imaturidade
constante e continua.
Além dos clássicos da filosofia e da sociologia como Marx, Weber, Durkhein, Comte, Caio Prado, Bauman, entre tantos outros que marcaram o pensar humano.
Percebemos ainda a interferência dos pensadores com Dante, Maquiavel, Euclides da Cunha, Monteiro Lobato, Platão, Homero, Ovídio, Cervantes, Flaubert, Dostoievski, Tolstoi, Erico Veríssimo, entre todos os outros que marcaram o desenvolvimento da humanidade e de forma pessoal nossa história, através desses pensadores conseguimos perceber que o mundo ia além da realidade que nós cercava e era aparada por nossas crenças e de nossos pais.
Pensando de forma especial em um autor não recente, mas atual a nossa realidade vemos, Nicolo Maquiavel com seu livro “O Príncipe.”, percebemos sua história a importância do presente dado ao príncipe onde direcionava o líder no caminho do poder e a importância de manter o poder usando para isso qualquer meio para
chegar ao fim esperado, onde o temor é superior ao amor ou o ódio.
Para concluir nosso pensar vemos a importância de continuar nossas pesquisas e desenvolvimento através dos olhos de pessoas que tão bem retrataram suas épocas e períodos históricos, atingindo assim o alvo de todo ser humano que é melhorar e se descobrir como ser.
P.S. – Nossa nação sempre foi cristã e a influência da bíblia sempre foi marcante em nossa cultura e na vida do grupo.

agora, quais foram os grandes autores que mudaram sua vida?
você já pensou nisso?

Choques Culturais ou Questões de Fé Cega?



Quando percebemos os conflitos dos povos, notamos que os principais problemas estão voltados as crenças que cada grupo professa e exerce, essas nações estão presos em conceitos religiosos ultraradicais dos séculos I AC com os primeiros princípios do Cristiano em formação, essa ação é dada através de imposições religiosa dos primeiros cristãos, dessa forma a obrigatoriedade do deus único começa a tomara forma e conceito para as religiões modernas, com o surgimento da crença islã no século VII D.C. que produziu essa rusgas religiosas onde os princípios da crença radical tomam forma e controle sobre uma minoria, deixando os moderados em uma situação de desconfiança religiosa por outras partes do mundo.
Quando o autor trata das diferenças das culturas ele vê no processo de controle social a democracia com seus princípios de liberdade de expressão, direitos humanos e o choque das civilizações. Enquanto o povo muçulmano como uma não livre e atrelada as ordens e normas antiquadas dos séculos passados em que se mantém.
Nosso grupo percebeu a ação da crença cega que conduz as pessoas a inferioridade intelectual e a condição de uma ação destruidora em nome de um Deus que obedecem a qualquer custo.

sábado, 20 de agosto de 2011

A Alimentação do Saber Cientifica.



A humanidade sempre se desenvolveu tendo como base a curiosidade, essa ação de “como foi feito” ou “como posso fazer” produziram nos seres humanos o crescimento primário e assim partiram para mudar o mundo a sua volta para “melhorar” sua condição de vida.
Com o passar do tempo foi-se acrescentado ao processo uma nova ação que até nossos dias tem se mantido como principal forma de desenvolvimento científico “a dúvida”.
Essa forma de questionamento primariamente desenvolvida era a de questionar se a informação era verdadeira e depois com o passar do tempo se transformou em uma nova ação questionadora que é a do “como posso melhorar esse processo/conhecimento?”.
Graças a essas novas ações questionadoras sistemas de desenvolvimento e pesquisa começaram a surgir e com eles também, formas de avaliar a sociedade que produziram os sistemas.
Pensadores como Emile Durkheim buscava entender a sociedade através de um conceito comparativo; enquanto Max Weber via a importância de compreender o processo e o que levou a população para aquela ação ou reação criativa; por sua vez Karl Marx buscava em suas pesquisas analisar os pontos por outros ângulos, argumentando, discutindo, filosofando e tudo em busca da verdade por meio da oposição.
Esses princípios de pesquisa mostraram que a pesquisa era fundamental e as metodologias utilizadas para a pesquisa conseguiam estabelecer um padrão para todos os casos utilizados.
Através de um estudo crítico das ciências e teorias já constituídas (epistemologia) começasse o questionamento dos sistemas utilizados e os princípios das análises passam a ser fundamentais. Avaliações das mecânicas utilizadas das teorias e das concepções metodológicas se transformam em quesitos fundamentais para o desenvolvimento da credibilidade dos pontos pesquisados, por essa razão começasse a fazer uma revisita nos pontos já estudados e com um olhar que o alvo primordial, fazer ciência em busca do conhecimento progressivo.
Vários paradigmas científicos começam a ser alterados e formas de pesquisa começam a ganhar força dentro do projeto de pesquisa a ser utilizado.
Uma ação de liberdade cientifica começa a existir e o novo conceito das regras variáveis se torna comum.
Diversas formas de ações servem para o desenvolvimento, estruturalismo, fenomenologia, funcional-estruturalismo, funcionalismo, interacionismo simbólico, teoria crítica e teoria tradicional. Todos começam a não mais competir sobre qual é a melhor, mas servir de amparo para cada fundamentação de pesquisa.
A teoria metodológica do estruturalismo de Ferdinand de Saussure, onde a permanência social e a interrelações e a estrutura social atuam para esclarecer pontos importantes em diversas áreas de pesquisa, antropologia, psicologia sociologia e até o estudo de clássicos.
Por sua vez a fenomenologia com seus princípios de descrever, compreender e analisar os fenômenos sem separar os sujeitos dos objetos, passam também a ser utilizados pelos seguidores de Edmund Husserl.
Para estudos das estruturas sociais Talcott Parsons desenvolve o conceito de importância das forças institucionais e dos padrões culturais que atuam para manter o sistema social vigente e como nome da teoria funcional-estruturalista.
No padrão histórico temos o funcionalismo e suas análises de perspectiva teórico-metodológico onde se vê a sociedade como “um sistema a ser esclarecido”, a ordem e o equilíbrio são um estado normal da sociedade, sendo criado em forma de fusão do senso comum com o consenso moral para assim estabelecê-lo.
Outra forma de buscar entender a sociedade em seus mínimos detalhes é o interacionismo simbólico sua principal ocupação é perceber os símbolos, gestos e a comunicação não verbal onde a linguagem e o significado desses detalhes se procura estabelecer, esse sistema recebe críticas graças a hiper valorização dos detalhes onde se esquece às vezes de perceber o todo das ações humanas (poderes e grandes estruturas).
A escola de Frankfurt com a teoria crítica de Max Horkheimer procurou reunir a teoria e a prática, o método histórico, aceitando as contradições sociais evitando a síntese para fugir do totalitarismo.
Além da teoria tradicional onde o cunho cartesiano se mantém seguindo os padrões de René Descartes.
Cada vez mais em nossa sociedade as pesquisas desenvolvem um conceito de necessidade e urgência, esse princípio de urgência tem feito parte de nossa crença de continuar o desenvolvimento do grupo e partir para os novos conhecimentos e descobrimentos do homem, da humanidade e de nossas ações em sociedade.


Bibliografia consultada.

ARAÚJO, S. (et al). Sociologia Um Olhar Crítico. - “Pensar o Social Hoje”, páginas: 13 a 44. (acesso em 15/08/2011.)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Saber viver

viver a vida é mais importante que
assistir outras pessoas vivendo,
buscar o proprio caminho, é a ação que a liberdade pessoal
espera que tenhamos.