Um texto em forma de poesia...
...Minha fé que fazia a crença de muitos
ficou presa em mim, por descobri dúvidas onde tinha certezas,
até se afogar nas verdades das mentiras que muito ouvi
que muitos contavam e tantos repetiam sem pensar.
Agora como fico eu?
sem fé, sem crença, sem pressa de achar um caminho
para as mentiras que todos querem te obrigar a crer.
Sem ver a verdade das mentiras que contam e
Nem as mentiras das verdades que dizem ser fato.
Dos fetos perdidos atrás do pudor da igreja,
Das virgens que se perderam na obsessão da crença clerical.
Uma mentira presa no peito se fez desfeita,
E assim, Desfeita a crença só sobrou à verdade,
Não a da crença do outro, mas as minhas e
do que escolhi ver de verdade.
Hoje guardo minha fé em mim e
Em tudo que acredito se fato, sabendo que
Não serão eternas, mas só
Enquanto durar minhas lembranças.
A solidão da crença tem mais reflexão
Que o ajuntamento delas,
a solidão da crença tem mais verdade
que a mentira que todos contam, e cantam, e encantam,
e descansam, e desmentem, que rezam de contentes.
Que impõem para o próximo que devem crer,
Pelo que devem viver,
Em nome de quem devem matar, ou até morrer,
Mesmo que essa crença esteja firmada
Nas mentiras que todos querem crer.
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