domingo, 27 de novembro de 2011

ninguém é uma ilha... ...uma vida que vale a pena.



Fazer a vida valer à pena é buscar viver as coisas simples que a vida nos dá,
aproveitando cada momento vivido.
Montar uma árvore de natal com um filho pequeno, rir com um amigo de uma história antiga, jogar bola com uma criança, brincar no chão, sei lá o que te faz feliz de verdade, pois as coisas simples da vida são assim.
Num desses dias vi várias borboletas em um galho de árvore, isso me alegrou muito.
Difícil mesmo é ver a simplicidade da vida com o olhar certo para isso.
Corremos tanto, nos preocupamos tanto, brigamos tanto, pensamos tanto nos outros que esquecemos de ser feliz, nos preocupando com os outros.

Corremos atrás do que dizem que é importante, é a regra do nosso tempo,
carro novo, roupa de marca, coisas modernas, casa maior ou menor, futuro melhor, assistência médica, poupança, ou outra dessas coisas.

Tudo que o capitalismo quer que busquemos ter para conseguir seus lucros (vis).

Precisamos reaprender no mundo moderno a unir os conceitos da simplicidade do passado com a modernidade do mundo atual.

Difícil mesmo é ser tão simples (como bem diz uma canção do teatro mágico.)

Nenhum comentário:

Postar um comentário