O Brasil está se escondendo atrás do crédito fácil das financiadoras, nossa nação está crescendo graças ao dinheiro emprestado a juros cada vez mais altos, que enriquecem banqueiros e deixam a população com dívidas galopantes.
Estamos presos em um processo de prestações com juros embutidos e cada família está amarrada ao sistema das grandes lojas e agências de créditos.
Sendo assim, não demora muito para ocorrer um aumento na inadimplência e o enforcamento do salário que está cada vez mais inferiorizado pelas grandes empresas e o processo de terceirização.
Nossa nação está entrando em uma bolha de confiança “falsa” que terá como resultado uma catástrofe que não terá como escapar.
Os bancos lançam limites que estão estourando e logo a seguir fazem empréstimos para quitar os limites (ganhos duplos em taxas de juros), e assim a população está presa a diversas formas de empréstimos, cartão de crédito, cartões de lojas, cartões de bancos, cartões de financiadoras, cartões de grandes mercados e por fim o cartão de fiado da lojinha da esquina.
Nosso governo não se deu conta que esse aumento de juros (CELIC) só beneficia aos donos de bancos e agiliza a quebradeira da população e apressa a crise.
Nesse processo que estourará junto com a população, irá o governante que estiver no controle da nação.
É preciso mudar essa rota de destruição monetária da classe trabalhadora e passar a agir com o controle dos salários no sistema de terceirização, proibindo que dentro de uma empresa se tenha a mesma função tendo valores salariais diferentes, coibir a prática abusiva dos bancos na cobrança de juros extorsivos, limitar a ação das lojas obrigando descontos reais na compras a vista.
Sem essas ações a população ficará cada vez mais nas mãos dessas empresas que não produzem, mas tem os maiores lucros em nossa nação.
Vejam quem foram as empresas que mais lucraram nos últimos 8 anos?
Notem que os bancos lideram o ranking.
Para encerrar o governo deve atuar para incentivar empresas que trabalham para produzir bens e desenvolvimento social com os menores impostos.
Ainda dá tempo de tirar o país dessa rota de colisão do povo com suas dívidas crescentes, mas para isso o governo não pode pensar na próxima campanha e em quem vai manter seus programas com artistas caros e marqueteiros de ponta e pensar no povo que está se afogando em dívidas e no processo de depressão.
Cuidado com suas compras!
Daniel Bizzoto
Cientista Social
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